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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Chaves In Concert

Um espetáculo!

É a melhor definição.

Está na moda agora ter concerto de animes e series, e Chaves, com toda sua grande fama, não ficou de fora.

A orquestra tocou maravilhosamente as músicas do seriado, nos fazendo ter sensações mistas.

O maestro Fernando Mathias foi excepcional, tornando o que era um espetáculo em interação. Conversou com a platéia. Fez ela cantar junto com a orquestra.

Conforme o espetáculo avançava, não ficando na mesmice, o maestro usou chapéus, soltou piadas do seriado nos momentos certos, convidou espectadores a subirem no palco e representarem.

Tudo isso em um clima leve e gostoso, afinal Chaves e Chapolin é isso. Foi uma mistura de boas sensações, de nostalgia, de paz, de alegria, de infância, de bons tempos, de saudade.

Nesse dia também tivemos a presença de quatro dubladores, onde subiram ao palco e falaram um pouquinho para nós. No final ficaram lá no teatro tirando fotos com quem quisesse da platéia.

Além dos dubladores Carlos Seidl (Seu Madruga), Marta Volpani (Dona Florinda), Sandra Mara (Chiquinha) e Cecilia Lemes, também estava lá o youtuber Renan Garcia, do canal Vila do Chaves. Que antes de começar o espetáculo estava na cafeteria tirando foto com os fãs.

Como o Maestro explicou, parecem ser músicas simples, mas não, são complexas, com muitos arranjos e notas. Assim foi espetáculo, parecia ser simples, mas foi complexo, com muitos "arranjos e notas", difícil de explicar. Apenas sentir.



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Chespirito - Comida / Lugares

Introdução

Eu não estou aqui para falar de gosto, porque isso vai de cada um. Por exemplo eu não gosto de nada que seja do mar, mas eu sei que existem diversos lanches e pratos com frutos do mar que são deliciosos, para quem gosta.

Portanto não estou aqui para falar esse molho combina com aquele, faltou adicionar um tempero nesse lanche, etc. Não sou crítico gastronômico.

O objetivo é indicar os lugares com temática Chespirito, para caso alguém queira conhecer. E meus posts serão simples, como um cliente qualquer, ou seja, comida boa - comida ruim, bem atendido - mau atendido, gostei - não gostei, basicamente isso.


01 - Chaves Burger

Localizado na Av. Francisco Prestes Maia, 1376 - São Bernardo do Campo - SP - 0977-0000


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Uma hamburgueria.

Não é um lugar gigante mas é aconchegante. Lá tem as opções la carte e rodízio.

O rodízio vem apenas alguns lanches do cardápio. Outros são exclusivos do la carte.

Óbvio que cada lanche tem o seu preço, mas o rodízio custa em média R$ 60,00. E por esse valor você tem fritas, molho e refrigerante à vontade. Assim como pode comer quantos lanches quiser.

Claro que no rodízio o lanche é mini, mas ainda sim saboroso. Além disso também tem as opções de 2 lanches veganos, salada, sobremesa.

O atendimento foi super bom. Mesmo a casa cheia não houve demora em nada e nem desatenção.

Tem um espaço para tirar fotos. E todo o ambiente é decorado com quadros e/ou frases do seriado.


Enfim, por 60,00 mangos você pode beber e comer até morrer.


02 - Mexicanissimo

Localizado na Rua das Figueiras, 780 - Jardim - Santo André - SP - 09080-300

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Essa é uma das unidades da franquia. Os murais podem variar.

Restaurante temático mexicano. Com rodízio e prato a la carte.

Os pratos em si são bons. Na verdade nada difere de outros rodízios desse segmento, se mantendo na média.

O preço também está na média.

A decoração é toda com diversos temas da cultura mexicana e tem uma homenagem ao Chespirito.

O que tem de Chespirito aqui é um painel no andar de cima, onde começa com o Jaiminho na entrada da vila, passa a parede apresentando a vila, e no final há o Sr. Barriga cobrando o aluguel.


Não gostei muito do atendimento. È tudo QR Code. Porém o garçom estava servindo e fui tirar uma dúvida sobre uma bebida e ele não respondeu, apenas disse tem que ver no QR Code como é.

Ele estava do meu lado. Ele é treinado para conhecer as coisas da casa. Ele poderia responder. Mas né...

Minha vontade era de responder coisas do tipo: "Você trabalha aqui, está do lado, não sabe responder?" "Se é tudo QR Code está aqui fazendo o que?" "Se for só pra buscar comida eu pego lá na bancada." "E ainda vai querer que paga a porcentagem de serviço se é tudo QR Code?"

Mas não falei nada, apenas fiquei de boa.

Enfim, é um bom lugar para quem gosta de comida mexicana e até para levar um acompanhante. Porém, não volto mais.

Nessa parte do Chespirito você pode tirar foto, se conseguir. Quando fui casa quase cheia e lá havia mesas juntas ocupadas, claro não iria pedir para mais de dez pessoas levantar, arrastar cadeiras, para eu tirar foto la.


03 - Senhor Mexicano

Localizado na Av. Pres. Kennedy, 1332 - Santa Paula, São Caetano do Sul - SP, 09570-000

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Rodízio de comida mexicana.

No geral é um rodízio comum, isto é, os pratos servidos você encontra em outros rodízios também. Mas aqui a comida é bem saborosa e os funcionários bem educados e atenciosos.

O que tem de Chespirito aqui é a decoração, alguns quadros e bonecos. Fui na sexta-feira e estava passando Chaves nas duas TVs (a funcionária disse que é comum passar), até porque era dia de semana. Voltei no sábado e nas TVs estava passando propagandas deles (até porque a casa estava mais cheia) e também havia a banda ao vivo.










O preço é bom, está na média. Fui duas vezes e iria mais vezes, sem problema.

Há chapéus lá também para você tirar fotos.


04 - Madruga Churros

Não tem um endereço fixo, é um foodtruck que roda as cidades e eventos.

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O cardápio conta com diversas opções de churros e bubble waffe (que vem bem servido).

No evento que fui não sei se calcularam mal ou não esperavam isso, mas lotou e fez fila de pedidos. Resultado: acabou a massa e precisou ser feita mais, demorando em média uma hora para ficar pronta.

O resultado vocês já sabem, é Brasil, então a maioria ficou brava e reclamando. Diversos pediram o dinheiro de volta.

O atendente foi rápido, prático e educado. resolvendo as situações. Explicando o ocorrido e devolvendo o dinheiro para quem assim preferiu.

Como era um evento, iria ficar ali por bastante tempo mesmo, esperei. E valeu a pena. Três sabores diferentes e os três estavam bons.

Recomendo. É uma boa sobremesa e até uma boa degustação.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Série - Mortal Kombat A Conquista

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CONTÉM SPOILERS

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Claro foi feito anos 90 e naquela época não tinha tanto critério assim, mas no geral a série é boa. O estilo dos episódios costuma serem parecidos, mas todo episódio tem luta, então te mantém entretido.

A série nos faz refletir sobre qual decisão tomar. Mais especificamente não existe a certa, ou não existe a "sem sacrifício". Kung Lao em sua bondade e honra não matou Shang Tsung.

Aí por conta disso Shang ficou tramando contra Kung Lao, e causou as mortes do seu amigo, sua noiva e entre outros.

Ai vem a questão, essas mortes são culpa de Kung Lao ou não? Ele tinha a chance de impedir, se tivesse matado Shang Tsung.

Ele não o fez, isso faz dele honrado? Ou covarde, por ter medo de fazer mesmo que o criticassem?

Algumas coisas podiam ser melhores, Kung Lao usa uniforme do jogo apenas no primeiro episódio, depois tempo todo com a mesma roupa de camponês. Se usasse seu uniforme algumas vezes seria bem melhor.

As lutas são boas, boa coreografia, mas falta sangue para ser mais real. Lutam com golpes que os arremessam para longe, atravessando portas, quebrando mesas, etc, e nem uma gota de sangue.

Também tem muito personagem aleatório, isso estraga. Siro e Taja são uns. Muito aleatório tem tanta importância ou mais do que alguns personagens do próprio jogo.

E o Kung Lao? Ele é o maior guerreiro da Terra, vencedor do Mortal Kombat. E no começo tratam assim, ele só enfrenta iguais, ou seja, outros personagens do jogo. Depois diminuem ele, ele passa a ser igual a qualquer lutador de artes marciais, sofrendo para ganhar de até lutador bucha que nem o nome é falado.

Um exemplo, ele perdeu das escravas do Quan Chi e no mesmo episódio ganhou do Quan Chi, não tem lógica.

A série trata do Kung Lao original, o antecessor do Liu Kang e Kung Lao do jogo. Por isso entendo tanta coisa diferente e dispersa. Mas muitas coisas ficaram lá jogadas.

Reiko, Rain, Dragão negro, Sub Zero, Noob Saibot, entre outros.

Personagens criados para fazerem analogia a personagens do jogo: 

- Qali = Tanya

- Tomas = Jhonny Cage

- Mestre Cho = Liu Kang

Bom, essa parte são detalhes.

A série em si é legal, ela faz jus ao jogo, que é ter luta. mas, como coisas daquela época fica muita coisa distorcida.

Nós temos ali visual apelativo. Temos lutas sem sangue. O cenário e lugares não sabemos onde fica. Nem em que ano se passa tudo aquilo.

São coisas jogadas ali.

E porque é importante? Porque o final é meio doido e é mais uma coisa sem explicação. Do nada Shao Kahn descobriu quem são todos seus inimigos e mandou matá-los. Engana Rayden, Mata Kung Lao e etc e vence.

Ou seja Shao Kahn vence, invade a Terra, quebra as regras, e ninguém na Terra consegue vencer aqueles sacerdotes. É tipo assim FIM.

Por isso que é importante saber e é um final meio sem noção...

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Série - Demolidor: Renascido

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CONTÉM SPOILERS

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"Uma série sem identidade!" Calma, está entre aspas porque vou explicar.

A Marvel resolveu incorporar o universo Netflix portanto essa série é uma quarta temporada do Demolidor, mesmo que tentem negar.

Eles não sabem para que lado irem, e tentam os dois lados. Há momentos que a série puxa para o lado Netflix, mas há momentos que a série puxa para o lado Marvel Disney e isso bagunça a narrativa.

Há diversos personagens mal aproveitados. Tigre Branco. Mercenário. Karen. Entre outros.

O Mercenário você nem lembra que existe, só vai lembrar novamente no fim.

O Justiceiro, pelo amor heim, ele sendo capturado no final daquela maneira? Parecia um brigão de rua, amador, daquele jeito.

A história em si se passa em Nova York e é uma guerra contra os vigilantes. Outro ponto falho, porque se é isso onde estão os demais vigilantes como Homem Aranha, Luka Cage, entre outros?

E no final, que o Demolidor diz para formar um exército contra o Rei do Crime, composto por meia dúzia de pessoas. Entre jornalista, barman, dois policiais...

Esse exército, e essa caça aos vigilantes, cade eles se unindo? Menção a eles, pelo menos, já que o Demolidor apareceu na série da Mulher Hulk, Ecco, entre outras.

A série em si é aquilo de querer viver normal (como pessoa comum e confiar no sistema), entre vestir o uniforme novamente. Essa evolução ok, foi evolução mesmo, dele entender que o sistema é corrupto, de que o sistema nem sempre é justo ou resolve tudo.

A série em si também trata de máscaras. Os dois principais (Demolidor e Rei do Crime) "usam" máscaras para a sociedade.

Fisk usa a máscara de bom cidadão e prefeito preocupado, quando na realidade é criminoso, cruel e tem outros planos.

O Demolidor usa a máscara de homem comum, cego, advogado. Quando seu alter ego clama por ser libertado e é quando ele veste o uniforme que ele se sente livre novamente, inteiro.

Então basicamente o tema central da série foram máscaras. Ambos usando máscaras, escondendo quem realmente são e a caça aos vigilantes.

Talvez seja por isso que a série seja "sem identidade" porque da mesma forma que o tema central ela pode estar usando uma máscara que as vezes a tira, por isso essa mudança em estilos de episódios sendo as vezes Netflix e as vezes Disney.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Filme - Godzilla - Tokyo S.O.S. (2003)

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CONTÉM SPOILERS

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Continuação direta do filme anterior, aqui sim temos algumas mensagens e resoluções.

Aqui leva em consideração filmes anteriores do Godzilla e filmes Spin-off, claro, na medida que desejam.

Os atores do filme Mothra estão de volta, com o passar da idade já é avô. As fadas aparecem dizendo para devolverem a ossada do Godzilla ao mar.

E a trama se desenrola assim, Godzilla reaparece, Mothra luta contra eles, terminam o conserto do Kiryu para lutar também.

As aparições dos kaijus são boas, as lutas são boas, e a mensagem central é boa também.

O homem não deve brincar de Deus. Primeiro que não pode pensar em criar coisas que destroem tudo, segundo que os mortos devem ficar no seu descanso eterno.

O problema do filme são elementos inseridos e depois pouco trabalhados. Essa mensagem de que devolvam os ossos do Godzilla senão Mothra declarará guerra. Mothra não fez nada, inclusive ajudou eles contra Godzilla.

E aí em contra partida os humanos simplesmente perceberam que o que eles fizeram foi errado e decidiram devolver a ossada. Não houve nada para motivar os chefes de estado para fazerem isso.

E os novos atores, desnecessários. Por ser uma continuação direta e passando em um curto espaço de tempo, os atores do filme anterior iriam suprir bem, até porque no filme anterior eles foram desenvolvidos. Eles aparecem apenas poucas vezes. Já os atores novos, mal foram desenvolvidos.

domingo, 11 de janeiro de 2026

Filme - Godzilla Contra Mechagodzilla (2002)

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CONTÉM SPOILERS

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"Outra vez café?" Digo, digo, outra vez contra Mechagodzilla?

Sim sim, pela quarta vez. mas aqui é um pouco diferente, a criação dele é diferente e interessante.

Seguindo a linha de raciocínio da Era Millenium esse é mais um filme que descarta os anteriores. Só que aqui começaram a pensar diferente e começou a ter uma continuação.

Esse filme se baseia bastante no primeiro de 1954, mas também mantém sua cronologia de eras, de maneira sutil.

Esse Mecha é chamado de Kiryu, provavelmente para distinguir de suas versões passadas, já que é um reboot. Ele é criado a partir dos ossos do primeiro Godzilla. utilizaram as células do sistema nervoso para criar um sistema mais eficiente, só que houve um problema, quando o Mecha ouviu o rugido do atual Godzilla, ele se descontrolou e os sistemas pararam de responder, agindo assim igual ao primeiro Godzilla, destruindo tudo.

Um conceito interessante, onde poderia mostrar a força de vontade do Godzilla ou até então um paralelo e uma mensagem sobre vida e morte, sobre tentar controlar isso. Mas isso foi apenas dessa vez e logo corrigiram. Provavelmente um assunto forçado para inserir a trama humana.

E a trama humana ok, é boa. Uma oficial solitária, que ainda carrega a culpa de diversas mortes dos seu batalhão, por um erro seu, encontra uma menina que perdeu a mãe e uma acaba se encontrando na outra. Essa oficial também passa a tratar Kiryu como se fosse amigo, após ele ter se rebelado.

O filme em si não tem muito o que falar sobre mensagem. Por ele ser o primeiro da continuação, muita coisa será abordada no próximo.

Mas ele cumpre o papel, é um filme bem legal.

Filme - Godzilla (O Ataque dos Monstros Gigantes (2001))

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CONTÉM SPOILERS

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Essa Era Millenium está louca. Mudam algumas coisas, descartam outras, retomam outras, algumas coisas não fazem sentido...

É o terceiro filme dessa era e conseqüentemente o terceiro reboot. Ou seja esse filme ignora tudo o que aconteceu nos filmes anteriores, menos o primeiro de 1954. Aqui Godzilla  é tratado como vilão, como uma força destrutiva e precisa ser combatido e detido.

A diferença desse filme para os anteriores dessa era é que ele é mais pé no chão. Tendo influência da Era Showa não tem tecnologias impossíveis e nem outras dimensões, viagem no tempo, nada. O que tem é o exército combatendo.

Ainda sim é um bom filme. Diferente de muitos outros da franquia temos quatro Kaijus aqui. E a aparição de cada um deles foi muito bem feita, assim como cada luta individual contra Godzilla.

O filme trás umas narrativas interessantes, até pode variar de opinião de pessoa para pessoa. Godzilla desperta depois de tanto tempo para relembrar o país e o mundo do desastre.

Está tudo em paz, conseqüentemente muitos começaram a se esquecer do que aconteceu antes, dos desastres, mortes e etc. E basicamente isso não pode acontecer.

Afinal é óbvio, se é esquecido é fadado a repetir. E Godzilla chega com tudo para deixar a mensagem clara. Aqui vemos ele bem vilão mesmo, destruindo tudo, matando centenas de pessoas.

E qual a solução? Uma profecia de que há três monstros guardiões que lutariam contra Godzilla e venceriam. Foram sendo libertados e apareceram um a um.

O núcleo humano fica em segundo plano, sendo o núcleo Kaiju o ponto principal. Aqui nós temos os humanos temendo e querendo o fim de um monstro, mas ao mesmo tempo torcendo pelo despertar de outros três monstros.

Podemos até pensar que conforme filmes anteriores os inventos podem ser usados tanto para o bem, quanto para o mal. Para o salvamento ou para destruição.

O filme todo tem um ar de urgência e você sente a soberania do Godzilla, o filme te passa todas essas sensações.

O que não gostei aqui foi King Ghidorah. Sempre foi um vilão, um monstro espacial que era preciso união dos monstros terrestres para vencê-lo, e aqui é um monstro do bem e bem mais enfraquecido.