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sábado, 10 de outubro de 2026

Filme - Mortal Kombat II (2026)

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CONTÉM SPOILERS

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Esse é realmente o filme do jogo. O filme é o jogo. Luta do começo ao fim, sem muita enrrolação, explicação, o porque de X vs Y.

Não segue a franquia de jogos exata, desse ser o vilão, aquele o principal, etc... Como é um filme, é uma adaptação e precisam inserir diversas coisas.

E se colocar todo personagem como principal, não haverá principal... Portanto alguns são secundários mesmo.

Esse filme parece ter ouvido os fãs e coisas ruins do primeiro foram retiradas. mas não foi retirada do modo "não fazer sentido" e sim simplesmente deixadas de lado ou usadas para um bem maior. Fizeram isso com maestria sem gasta tempo tentando explicar ou justificar.

O poder arcano já era. Nada mais disso. Ok, não foi retirado, existe lá na história e tal, mas foi deixado de lado.

O Cole também, retirado. Mas não de qualquer maneira, ele teve a participação dele, o conselho dele, a luta dele. E serviu pra apresentar Shao Kahn.

Cole, o principal, aquele que ganhou do mais forte no filme passado, e agora perdeu e morreu? Mostrando toda a força, violência e perigo de Shao Kahn.

E aí nós temos o Jonny Cage inserido. E isso foi muito bom. Porque ele entrou de jeito desconhecido e incrédulo. Ele representa muito as pessoas que foram assistir sem ter contato com Mortal Kombat.

Jonny no filme serve como uma âncora entre o filme e o espectador. É por ele que vem as explicações. Como ele não sabe de nada a galera vai explicando à ele e conseqüentemente explicando aos espectadores.

E fazem isso seguindo a história do torneio, sem precisar criar barriga.

E ele ainda continua representando o público com seu jeito galhofa e de desdém. Aquela pessoa que nunca jogou ou gostou de Mortal Kombat normalmente vai achar o jogo bobo, ou a história do jogo bobo, ou até mesmo ser bobo jogar.

E é isso que ele faz, ele trata assim no começo até realmente imersar no torneio (no caso as pessoas imersarem no game). E depois ve que é sério, vai mudando a forma de ver. Igual as pessoas que vão se interessando pelo game, gostando, jogando.

Os cenários e as lutas são boas. Nós não estamos jogando, mas nos prende a cena. As "mini histórias". E nós temos cenas curtas antes de cada luta, fazendo alusão as cenas curtas de cada luta no jogo.

O final pode haver continuação ou não, só depende deles e do retorno financeiro. Afinal venceram, o torneio acabou. Então fim, acabou o filme, sem continuação e pronto.

Ou pode vir os demais personagens né, e ter continuação. Só depende do retorno.

Enfim, gostei muito desse filme. Pra mim foi nu e cru Mortal Kombat. O jogo em si.

Filme - Gorath (1962)

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CONTÉM SPOILERS

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Rapaz, a vida de nerd não é fácil não.

Como podem ver estou vendo toda a franquia do Godzilla e isso inclui os filmes laterais de outros monstros, que englobam esse universo. Aí estou eu lá assistindo o filme "Godzilla A Guerra Final (2004)" e citam Gorath.

Eu: "O que?" "Mas que budega é essa, que não lembro?" Aí tive que pesquisar e caçar esse filme dos anos 60...

Bem...

Filme chato. Cansativo. Não acontece nada. É só conversa o tempo todo.

A idéia é legal, uma estrela gigante vindo em colisão com a Terra. Mas a ideía de roteiro para resolver isso é bem viajada na maionese.

O filme todo são eles estudando a estrela, fazendo cálculos e construindo uma forma de salva a Terra.

No final constroem turbinas pelo planeta todo, para fazer a Terra sair de órbita, andar um pouco pelo universo.

Aí a estrela passa e eles voltam a Terra em órbita novamente, certinho.

Pelo amor né, fazer a Terra andar pelo espaço. Olha as implicações que ocorreriam no clima, e etc da Terra.

E aí pra ter alguma coisa inseriram um monstro gigante por uns 3 min lá. Não fez nada, não serviu pra nada.

Filme monótono, com uma resolução ruim.

Filme - Atragon (1963)

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CONTÉM SPOILERS

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Mais um filme da franquia Godzilla, ou melhor, da parte expandida. Aqui é apresentado uma civilização sub-aquática, a Mu, e que tem o monstro Manda. Esse monstro aparece mais a frente na franquia Godzilla e a civilização também é citada. Lembrando, é claro, que também existem outras, tanto sub-aquática quanto alienígenas.

Aqui permanece o básico de um filme de invasão e monstro.

Mu quer voltar a governar o planeta e por isso ameaça o mundo e da a opção de rendição. óbvio que isso não acontece e aí começam ataques pelo mundo, combates, investigações.

Uma arma humana é capaz de deter essa invasão, o submarino Atragon e é isso que acontece. Tripulado por uma equipe especial eles conseguem invadir a cidade afundada, deter Manda e destruir geral.

Eu não vi muita coisa de lição de moral. O que percebi, talvez seja só da minha cabeça, por ter bagagem, do Justiceiro, Rambo e Soldado Universal, é o fanatismo da guerra.

Um dos principais aqui, é soldado, alto cargo. Pensa que a declaração de paz é uma fraqueza. Abandona a família. Tudo isso para viver isolado construindo esse submarino para ganhar a guerra. Uma guerra que não existe mais.

Depois sim, vai entendendo, mudando.

Mas isso nos mostra o quanto traumático é uma guerra. Aqueles que voltam, voltam com ferimentos profundos, difíceis de cicatrizarem.

Filme - Shogun's Ninja (2025)

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CONTÉM SPOILERS

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Pensa em um filme de roteiro fraco, pensou? Então, esse é pior ainda.

Esse roteiro é um círculo, termina onde começou. E basicamente não precisava acontecer nada do que aconteceu.

O roteiro é isso:

O senhor feudal lá que manda em tudo é gay e por isso não quer mulher e nem ter filho. Daí o clã que cuida dele, é orgulhoso e respeitado, e as figuras principais são o homem, a mulher dois filhos e uma filha.

Ok, seis pessoas até agora. O Shogun gay é apaixonado por um desses filhos do clã, que é gay também.

A mulher então tem a idéia de pegar duas belas moças da cidade para que o príncipe gay tenha um herdeiro. Afinal tem que seguir a nobreza do clã.

Partem a cidade e pegam duas a força. uma delas é amiga de duas ninjas, as únicas sobreviventes de um clã. Esse clã delas foi exterminado por esse mesmo clã que está no poder.

Esse clã atual agiu de má fé espelhando boatos de que esse clã delas eram ladrões. Mas eles também tiveram o código de honra de não matar as crianças do clã, ou seja, essas duas principais sobreviveram e cresceram.

Aí começa dos dois gays não quererem e fugirem, e levam as duas prisioneiras e encontram essas duas ninjas. O outro clã vem atrás.

Tem uma penca de luta e morte. Ah, as lutas são boas. Bem estilo feudal mesmo, samurais e espadas.

No final, depois que morre um monte de gente, a mulher raptada decide ter um filho do Shogun, para o bem de tudo. O Shogun gay decide ter o herdeiro com ela. E mulher lá do clã que arquitetou tudo sobrevive e continua trabalhando pra eles.

Caramba, se tivessem aceitado desde o começo ninguém teria morrido. Fez uma volta para chegar na idéia inicial.

Filme não tem nada de surpreendente. Não há personagens cativantes. Há somente personagens clichês "tenho um amor que não posso ficar junto" e um "vou me vingar pelo que fizeram".


quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Villinha do Chaves


A idéia foi boa, mas a execução nem tanto

Sinceramente até agora não entendi a idéia central do evento. O objetivo.

Houve idéias, mas faltou organização. Houve vontade, mas faltou cronograma.

Basicamente o evento reuniu um grupo de fãs das séries de Chespirito, com alguns dubladores. E foi isso.

Palma palma não priâmos cânico, vou explicar.

O estabelecimento tem dois ambientes, o térreo e o primeiro andar, mas tudo aconteceu no térreo. Um salão com pouco espaço, ainda bem que não foram todos os fãs.

Passamos a tarde toda lá, em pé, pois haviam apenas meia dúzia de mesas, e o balcão. Não havia nenhuma cadeira.



Os dubladores, e outros convidados, chegaram e ficaram na entrada. Área reservada para eles. Separados. Lá sim havia mesas, cadeiras, comes e bebes.

Ficamos em pé, a tarde toda, separados deles. Alguns fãs de cosplayers, crianças, adultos, famílias. A pessoa estava até com a camisa do Chaves, da corrida. Sim participei também, isso é para mostrar que basicamente somos o mesmo público.








As atrações aconteciam do nada. Iam lá na frente anunciavam agora é o “show tal” e acontecia em poucos minutos e pronto.



A comida estava superfaturada. Havia o cardápio da casa, ok, e o cardápio do evento. Onde um sanduíche de presunto estava R$ 25,00. Olhem a foto, não vale esse valor.


No fim da tarde, os dubladores foram lá no meio do “povão” para tirar fotos. Simplesmente aconteceu, do nada também. Onde todos se amontoaram.

Eles ficaram em pé, na frente e o pessoal se aglomerando. Sem haver uma ordem ou fila. Começou o Nelson nem estava lá. Ou seja não houve um combinado, um horário para isso.

Não houve uma palestra deles. Simplesmente ficaram na área reservada deles conversando entre eles.

O imitador do Nhonho, por exemplo, cara gente boa. Mas quem é ele? Como faz para entrar em contato? Divulgação? Contar um pouco sobre ele, se é oficial o que ele faz e tal.

Faltou ali cadeiras. Um cardápio mais diversificado e justo. E um cronograma. Tal hora é o show X, tal hora é a apresentação Y.

Não simplesmente decidir do nada e não ter organização.

Os convidados estavam em suas mesas, podiam ficar ali sentados, nós entraríamos ali, eles davam o autógrafo e tiravam a foto. Tudo mais organizado e prático do que a montoeira de todos em pé no meio do salão.

As atrações, com horários já definidos. Concurso de imitações. Concurso de cosplayer. Concurso de desenho. E até mesmo ter outros concursos e atrações.

Os dubladores darem uma palestra. Não precisava ser extensa. Assim como fizeram no Chaves In Concert.

Havia uma TV passando episódios aleatórios de Chespirito (sem som) e música ambiente da casa, mas não da temática do evento.

Faltou uma aproximação dos fãs com os convidados. Faltou organização e horários. Faltou Temática também, afinal não estava nada tematizado com o evento. Faltou bate papo, curiosidades.

Pessoal influenciador fãs de Chespirito estavam lá. Não conversaram nada sobre como é manter o que eles fazem. Como foi a criação do evento, desde a idéia, para humanizar isso.

Enfim. Basicamente o evento foi ficar em pé, por horas, para entrar em uma fila bagunçada, para ter contato com o dublador.

Não me arrependo de ter ido. Iria novamente. Mas como disse, não basta ter a idéia, tem que ter o planejamento e a execução.


domingo, 2 de agosto de 2026

Turistando: Beco do Batman

Lugar do povão. Já aviso.

Localizado no bairro da Vila Madalena, Zona Oeste de São Paulo, o espaço é formado por ruas estreitas e vielas onde cada muro se transforma em tela.

O local recebeu esse nome nos anos 80, por conta de um grafite do personagem. Atualmente o desenho já não existe mais no local e a pessoa por trás do grafite segue desconhecida. Em todo caso, o símbolo do herói chamou a atenção de estudantes de Artes Plásticas, que começaram a ocupar o espaço com novas criações inspiradas no cubismo e no psicodelismo.

Agora podemos chamar de uma exposição a céu aberto. Grafites coloridos, traços geométricos e expressões artísticas de diferentes estilos convivem lado a lado. O cenário muda constantemente, já que novos artistas deixam suas marcas e renovam o visual do beco, o que faz de cada visita uma experiência diferente.

A paisagem fotográfica que convida feirantes para se estabelecer no lugar com feiras de artesanato, além de galerias e bares.


Comecei dizendo que é um lugar do povão, mas no bom sentido. Lá é uma arte de rua. Mas uma boa energia. A energia que senti ali foi ótima e renovadora. Ali você desacelera.

Sim, é bom ir com tempo e andar pelas ruas e vielas com calma, na verdade isso provavelmente já vai acontecer, você planejando ou não. A feirinha te convida a parar e olhar. Mesmo que não compre nada, vai parar e olhar. Muita coisa bem feita.

E, claro, os grafites em cada parede, te convidam a parar e olhar, e até mesmo a tirar fotos. A arte é muito chamativa, colorida, expressiva, você acaba gostando de parar e olhar.




Na verdade, podemos até completar a expressão "galeria a céu aberto" para "experiência sensorial".

Ah, mas "pera lá" o lugar é tudo isso mas também é um lugar para ir com amigos ou família. Bom ambiente e boa energia, ok. Mas não vai só andar lá, também tem cafés, hamburguerias artesanais, bares descontraídos, sorveteria, restaurantes criativos. Então também é um bom lugar para comer com a família ou tomar uma cervejinha com amigos.













Em resumo, tire o dia para visitar o lugar. Sem pressa. Curta, sinta a energia, olhe os grafites, as galerias de arte, as lojas, a feirinha, tudo, mas com calma e atenção. Sinta.


Finalizando:

Pra chegar la deve descer na estação de metrô Fradique Coutinho (Linha Amarela) e andar por volta de 20 à 30 min, depende do seu "pace" :P

A feira só acontece aos fins de semana. E também tem música ao vivo. Então fim de semana é mais cheio, mais difícil tirar fotos dos grafites.

Lá é cheio, movimentado, turistas do mundo todo. Mas não se esqueça que está na rua, no Brasil, portanto tome cuidado. Pode ocorrer assalto e/ou furto. Senão no local lá, podem te seguir quando se afastar. Bandido é bandido.