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domingo, 2 de agosto de 2026

Turistando: Beco do Batman

Lugar do povão. Já aviso.

Localizado no bairro da Vila Madalena, Zona Oeste de São Paulo, o espaço é formado por ruas estreitas e vielas onde cada muro se transforma em tela.

O local recebeu esse nome nos anos 80, por conta de um grafite do personagem. Atualmente o desenho já não existe mais no local e a pessoa por trás do grafite segue desconhecida. Em todo caso, o símbolo do herói chamou a atenção de estudantes de Artes Plásticas, que começaram a ocupar o espaço com novas criações inspiradas no cubismo e no psicodelismo.

Agora podemos chamar de uma exposição a céu aberto. Grafites coloridos, traços geométricos e expressões artísticas de diferentes estilos convivem lado a lado. O cenário muda constantemente, já que novos artistas deixam suas marcas e renovam o visual do beco, o que faz de cada visita uma experiência diferente.

A paisagem fotográfica que convida feirantes para se estabelecer no lugar com feiras de artesanato, além de galerias e bares.


Comecei dizendo que é um lugar do povão, mas no bom sentido. Lá é uma arte de rua. Mas uma boa energia. A energia que senti ali foi ótima e renovadora. Ali você desacelera.

Sim, é bom ir com tempo e andar pelas ruas e vielas com calma, na verdade isso provavelmente já vai acontecer, você planejando ou não. A feirinha te convida a parar e olhar. Mesmo que não compre nada, vai parar e olhar. Muita coisa bem feita.

E, claro, os grafites em cada parede, te convidam a parar e olhar, e até mesmo a tirar fotos. A arte é muito chamativa, colorida, expressiva, você acaba gostando de parar e olhar.




Na verdade, podemos até completar a expressão "galeria a céu aberto" para "experiência sensorial".

Ah, mas "pera lá" o lugar é tudo isso mas também é um lugar para ir com amigos ou família. Bom ambiente e boa energia, ok. Mas não vai só andar lá, também tem cafés, hamburguerias artesanais, bares descontraídos, sorveteria, restaurantes criativos. Então também é um bom lugar para comer com a família ou tomar uma cervejinha com amigos.













Em resumo, tire o dia para visitar o lugar. Sem pressa. Curta, sinta a energia, olhe os grafites, as galerias de arte, as lojas, a feirinha, tudo, mas com calma e atenção. Sinta.


Finalizando:

Pra chegar la deve descer na estação de metrô Fradique Coutinho (Linha Amarela) e andar por volta de 20 à 30 min, depende do seu "pace" :P

A feira só acontece aos fins de semana. E também tem música ao vivo. Então fim de semana é mais cheio, mais difícil tirar fotos dos grafites.

Lá é cheio, movimentado, turistas do mundo todo. Mas não se esqueça que está na rua, no Brasil, portanto tome cuidado. Pode ocorrer assalto e/ou furto. Senão no local lá, podem te seguir quando se afastar. Bandido é bandido.







Exposição Chaves – A Turma da Vila Mais Querida

Aconteceu no Shopping Light – 2º Piso, situado na Rua Coronel Xavier de Toledo, 23 – Centro, São Paulo – SP, no período de 2 de outubro até 6 de novembro de 2025.

De forma gratuita.

Podem até pensar que não é nenhum evento astronômico, ainda sim é de suma importância. O objetivo da mostra é resgatar memórias e emoções.

A mostra nos deixa claro que as obras de Chespirito estão vivas em nosso cotidiano. Podendo nos proporcionar mais atrações e lançamentos no futuro. Bom pra nós, fãs :)

Oito artistas urbanos, cada um com seu estilo, se reuniram e grafitaram os personagens da vila do Chaves. Tornando a exposição mais eclética e diversificada. É uma exposição cheia de personalidade, tornando-a especial.

Essas telas foram produzidas no Santos Festival Geek e algumas foram criadas ao vivo, diante do público, junto com a participação de Édgar Vivar (Senhor Barriga / Nhonho).

Imagens retiradas da internet




























Filme – Vingança

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CONTÉM SPOILERS

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Van Damme, né. Já começo dizendo que o filme não é ruim, mas não é nada grandioso. É do gênero do ator. O filme funciona bem para a noite, uma sessão pipoca, assistir, relaxar e pronto.

Dizer “spoilers” quando o próprio título já nos mostra como é o roteiro né. A história é isso, uma roteiro onde ele busca vingança.

O filme não tem anda d enovo. Isso dele buscar vingança já teve em filmes anteriores a ele. Basicamente os filmes dele ou tem vingança ou tem ele sentindo alguma culpa.

E aí tem tiros, explosões, lutas de artes marciais, mortes. Bem do gênero dele e da época.

Vivi essa época anos 80/90. Acostumei com esses atores e estilo de filmes. Portanto gostei desse. Não é um filme parado, mas é simples, a mesma fórmula dos antecessores da época.

Filme - The King of Fighters: A Batalha Final

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CONTÉM SPOILERS

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Véiiii na boa, esse filme é tão diferente que nem pode ser chamado de “The King of Fighters”. Não tem anda da essência do jogo nele.

Sério, olha a descrição:

A energia emanada por três tesouros místicos é usada para acessar uma dimensão virtual na qual acontece um torneio para decidir quem será o rei dos lutadores. Essa dimensão alternativa não traz consequência para o mundo real, ou seja, não é possível se ferir ou morrer de verdade nela. Mas, isso muda quando Rugal rouba dois tesouros e toma a dimensão para si, tornando o jogo em um torneio mortal para poder absorver o poder dessa dimensão e da criatura sobrenatural conhecida como Orochi.Eassim fundir as duas dimensões e conquistar tudo. Para detê-lo, a agente da CIA Mai Shiranui precisa reunir os representantes dos três clãs: Kyo Kusanagi, IoriYagami e ChizuruKagura.

Claro que KOF não é um jogo qualquer, ele tem sua história e sua mitologia. Mas não deixa de ser um jogo de torneio de luta.

Era só manter o básico. A mitologia em si, um torneio de luta em uma região remota, promovido por uma figura misteriosa e colocar lutadores lá. Mão precisa ser todos porque e muita gente para um filme. Mas basicamente isso.

E aí claro, trabalhar os personagens, os times e a mitologia. Com boas cenas de ação.

Mas....

O filme tem pouco elenco. Personagens descaracterizados. Rasos. O estilo de luta de todos é semelhante. Nem os visuais mantiveram. Nem as cores dos visuais mantiveram. Não mantiveram nada, incompreensível.

May Shiranui uma agente da CIA infiltrada? Terry Bogardnem sabe lutar, ele é um policial? Rugal com patins? Metralhadora? Kyo é americano?

Ao invés do torneio ser um torneio mesmo eles querem usar uma realidade virtual. Tecnologia. Te teletransporta para lá, você luta, ganha insígnia e volta ao mundo real.

Não há uma narrativa mínima, na verdade. Porque? Simples, Não há uma explicação da lógica desse universo, dessa tecnologia e realidade pararela. O filme por si só não se entende e isso acaba fazendo os personagens terem que explicar a mesma coisa diversas vezes.

Sim, é repetitivo o tanto de vezes que os personagens precisa explicar e explicar e explicar sobre a tecnologia, a outra dimensão, torneio clandestino. E mesmo assim não fica claro.

Diferentemente dos outros filmes de jogos de luta (Street Fighter e Mortal Kombat) aqui tem mais efeitos especiais. Golpes. Isso até pode ser bom, mas acho que piorou...

Sério, os efeitos dos golpes são ruins. E eu exijo que sejam bons simplesmente porque se comprometeram a fazer isso.

Mortal e Street sabiam onde estavam pisando, então poucos efeitos de golpes e mais luta marcial. Aqui quiseram usar tecnologia, realidade paralela onde podia acontecer tudo. Então se prontificaram a ir para um caminho tecnológico, os cenários dos jogos teriam que estar ali. Os golpes de forma correta teriam que estar ali.

Mas é aquilo, não estavam. As coreografias dos golpes nem são iguais aos do jogo. Fizeram os personagens lutarem com uns mendigos, como briga de rua mesmo igual Final Fight por exemplo. E foi sem sentido.

Tudo no filme é sem sentido kkkk