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sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Filme - Godzilla vs. Biollante (1989)

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CONTÉM SPOILERS

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Seqüência direta do filme anterior.

Godzilla continua aprisionado no vulcão. O monstro se origina através de uma experiência com células de Godzilla, da batalha anterior.

É um filme bem diferente dos outros. Todo aquele tom cômico ou heróico da era passada não tem. Invasão alienígena, dominar o mundo, etc.. Aqui é mais ficção cientifica mesmo.

Por ser assim a luta entre monstros não é o principal (infelizmente), mas temos um monstro bem diferente (o que nessa parte é bom).

Temos também o lance de espionagem.

Eu não curti muito por ser um filme mais parado, com menos foco na luta. Mas faz sentido, a mensagem, a motivação.

O cientista tenta fazer uma experiência, com uma boa intenção. Mas acaba dando errado e se arrependendo. Igual a invenções reais, que muitas vezes são usadas de formas erradas.

Filme - Godzilla - O Retorno (1984)

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CONTÉM SPOILERS

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Depois de uma pausa de quase 10 anos esse é o primeiro filme que abre a nova era, a Era Heisei.

Confesso que tive uma surpresa quando vi esse filme. Porque ele é basicamente um reboot da série. Pelo menos é o que parece.

Até o filme anterior houve a evolução de que começaram com monstros, foram se entendendo com a humanidade e passaram a serem protetores do planeta.

Já esse filme aqui Godzilla retorna ferozmente destruindo tudo. Como um animal mesmo.

Esse filme pega o gancho dos dois primeiros filmes (de 1954 e 1955) e ignora todos os outros.

Ele não é mais um herói, é uma força da natureza e inimigo do Japão / humanidade. O filme deixa de lado os tons cômicos e leves da era passada e passa a ter um tom mais pesado. De destruição e claro de crítica à guerra e bombas.

As nações se unem. Um cientista japonês tem uma idéia, executa e da certo. Conseguem afastar Godzilla. Vitória!

Era pra ser assim, mas não. Como numa guerra mesmo que vença há a destruição e perdas. E no final vemos isso e vemos nos rostos das pessoas uma vitória, mas triste.

quarta-feira, 20 de setembro de 2023

Filme - Godzilla (O Terror do Mechagodzilla (1975))

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CONTÉM SPOILERS

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O último filme do Godzilla da Era Showa. E ao que da a entender é que parece que já estavam cansados.

Tem tanta coisa nesse filme, parece que quiseram atirar para todos os lados e aí acabou ficando cansativo. E olha que tinha tudo para ser bom.

Primeira coisa é a continuação direta do filme anterior. Com o Mechagodzilla tinha tudo para ser foda. Mas né, os monstros mal aparecem.

A história gira em torno de um "cientista maluco". Aquela clássica história dele ter feito descoberta, não acreditaram nele e agora ele amargurado quer se vingar da humanidade.

Para isso ele descobre mais um monstro o Titanosaurus e de maneira sem explicação passa a controlá-lo. E depois decide se unir aos alienígenas do 3º Planeta do Buraco Negro.

Quando digo sem explicação é porque faltou explicação mesmo. O cientista inventou um aparelho para controlar animais, mas sabe-se lá porque ele só consegue controlar o Titanosaurus. E isso sem ter inserido ou anexado nenhum aparelho nele. Porque se tivesse algo nele poderia controlar por ondas, ou algo assim.

Enfim, simplesmente acontece.

Os temas aqui temos: ciência, espionagem, romance, luta de monstros. Olha quanta coisa. Acaba ficando tudo mal aproveitado.

Destacaram o Mechagodzilla e ele mal aparece e mal se mexe. Ele é personagem C. Porque os dois outros monstros é que aparecem mais.

Os alienígenas são iguais aos humanos, em aparência, atributos, armas. Faltou criatividade aí.

Claro que tem mais uma ou duas coisas no filme, pra dar uma dramatização, mas o texto fica por aqui.

Quando tem Mechagodzilla o que se espera é uma grande briga e isso foi decepcionante.

segunda-feira, 19 de junho de 2023

Filme - Godzilla vs. Megalon (1973))

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CONTÉM SPOILERS

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Então não sei bem o que dizer... Meio que não é ruim, mas também não é bom.

Tudo aquilo do universo de monstros está ali. O motivo, a lição de moral, a briga de monstros. Mas por algum motivo esse filme me cansou quando assisti. Talvez seja a super exposição do Jet Jaguar, talvez...

Sabe aquela história do Namor (Marvel) ou Aquaman (DC), de que tem um reino abaixo de nós e nossa poluição está afetando eles?

Pois bem, aqui é a mesma coisa. Seatopia, uma civilização submarina e escondida do mundo até então, é afetada pelos testes nucleares. Para se defenderem e sobreviverem decidem atacar a superfície.

Para isso convocam um monstro adormecido, Megalon, ao qual tratavam como deus.

Nesse mesmo tempo o cientista Goro Ibuki inventa um robô chamado Jet Jaguar, de estatura humana. Seguindo o estilo de Ultraman e Ultraseven (aparência) e outros estilos de tokusatsu (que deviam fazer sucesso na época) o robô passou a ter emoções.

E aí as coisas acontecem, Megalon vem a superfície e é combatido por Jet Jaguar (que fica gigante) e Godzilla.

Vendo que Megalon estava com problemas, Seatopia mantinha contato com os alienígenas da Nebula M e pede ajuda. Os mesmos enviam para a Terra o monstro Gigan.

E aí começa uma batalha de dois contra dois.


A lição de moral que nossa poluição afeta outras civilizações e ecossistemas, está ali.

A luta de monstros está ali.

Só que focaram tanto no Jet Jaguar, no roubo dele, no desenvolvimento dele, que acabou cansando.

Mas, faz parte da franquia e vale a pena ser assistido.

segunda-feira, 12 de junho de 2023

Filme - Godzilla vs. Gigan (1972))

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CONTÉM SPOILERS

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E vamos seguindo com universo Godzilla.

O filme não é ruim. Passa uma boa mensagem e ele vai seguindo a história com evolução dos personagens.

Mais uma vez alienígenas invadem o planeta tentando proteger nós de nós mesmos.

Vindo da M Space Hunter Nebula, com aparência de baratas, mas disfarçados com corpos humanos de já falecidos.

Seu planeta foi irremediavelmente poluído e as formas de vida deixaram de existir. Sobrevivendo apenas alguns poucos seres / espécies. E eles, em forma de barata, resistiram.

Em algum momento alguns deles passaram a explorar o universo e encontraram a Terra. Analisaram tudo aqui e viram que estávamos indo para o mesmo caminho, uma poluição irreversível.

Então decidem destruir a humanidade para preservar todo o resto. Só que precisam matar Godzilla antes, pois ele é o maior protetor do planeta.

Aqui temos dois monstros espaciais que são controlados. E Godzilla e Anguilas se unindo contra eles.

Mostra a conversa entre os dois e a pressa de chegarem até lá para lutarem.

Mostrando que os monstros conversam entre si e que são protetores do planeta.

E a mensagem é aquilo, estamos nos matando aos poucos, com a poluição. Temos jeito de parar isso mas não queremos. Cedo ou tarde estará em um nível irreversível.

Filme - Godzilla vs Hedorah (1971)

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CONTÉM SPOILERS

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O filme segue a linha cronológica e mantém a origem da criação do Godzilla e os demais monstros.

Tem toda aquela crítica da bomba atômica. Dos efeitos que ela causa por bastante tempo. Da destruição e contaminação.

Aqui foi inserido também a crítica à poluição. Que era, e é, desenfreada. Podendo tornar o mundo inóspito.


Uma forma de vida alienígena chega à Terra, através de um cometa. Veio da Nebulosa de Orion.

O ambiente lá era semelhante a um planeta todo poluído, portanto sem vida, ou quase sem. Não se sabe o que aconteceu lá, mas chegando à Terra, em forma de girino, foi se alimentando da poluição e radiação. Crescendo e evoluindo.

A história segue e temos tudo aquilo da franquia, luta de monstros, humanos se posicionando para contra-atacar.

E continuando o segmento, Godzilla, que já é classificado como protetor, se une aos humanos. Humanos montam armadilha com armas e Godzilla energiza.

Não foi combinado, apenas se entenderam. Entenderam que lutavam contra uma ameaça maior.


No geral é um bom filme. Entrega o que promete.

terça-feira, 2 de maio de 2023

Filme - Saint Seiya (O Começo)


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CONTÉM SPOILERS

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Em 1995 fui no cine ver CDZ (Abel)

Em 2004 fui no cine ver CDZ (PDC)

Em 2014 fui no cine ver CDZ (Comemoração Playarte)

Em 2014 fui no cine ver CDZ (Lenda do Santuário)


E agora em 2023 fui ver o filme CDZ – O Começo.


A empolgação e ansiedade foram exatamente as mesmas.

Expectativas altíssimas.

E não me arrependi.


Desde o início foi deixado claro que não é um remake, nem um reboot, é uma nova obra, baseada na original.

E tem que ser assim mesmo. Manter as coisas clássicas e adaptar para a modernidade. Unindo as épocas.

CDZ se tornou uma coisa repetitiva. É sempre a mesma fórmula de subir as 12 casas ou subir tantos templos, etc.

Também são sempre os mesmos deuses. 

Mangá clássico e Anime clássico, ok. São as obras iniciais.

- Aí temos Lost Canvas, que é novamente Hades e tem Poseidon lá.

- Temos Next Dimension, que é novamente Hades.

- Temos Dark Wing que é novamente Hades

- Temos Omega que é a série clássica de novo (guerra galáctica – prateados – 12 casas)

- Temos série CGI (Netflix) - que é a série clássica de novo (guerra galáctica – prateados – 12 casas)

- Temos Saintia Sho que é passar os templos

- Temos episódio G que é passar os templos

- Temos o filme Lenda do Santuário que é novamente 12 casas e depois seria Hades

- Temos o mangá Rerise of Poseidon que é novamente Poseidon e tem Hades


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Obs.: Não estou criticando nenhuma dessas obras e nem dizendo que uma é melhor que a outra. Não fiz o post para isso. Estou apenas citando.

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Então CDZ realmente precisa de novos ares. Nova história. Nova visão.

Já tentaram mudar algumas coisas em CDZ antes. Algumas coisas espalhafatosas e outras mais sutis.

Podemos pegar o filme A Lenda do Santuário, por exemplo. No mesmo filme mudaram as caixas de pandora para pingentes e também um “Seiya centauro”.

Ou seja, coisas sutis e espalhafatosas.

E esse filme eu vejo uma mescla de várias coisas, várias obras. CDZ está ali. A essência está ali.

Por exemplo, nós temos Cassios, com armadura tecnológica, fazendo parte dos Cavaleiros Negros. Igual a série CGI, da Netflix.

Duas pessoas “cuidando de Athena” uma tratando como ameaça, querendo destruir os deuses. E a outra protegendo. Igual a série CGI, da Netflix.

Temos as armaduras como pingentes, igual o filme A Lenda do Santuário.

Temos ali as crianças que foram deixadas para trás e cosmo sugado. Fazendo referência a Mitsumasa e seus 100 filhos.

Até a cena do Seiya com a Saori na moto me fez lembrar o anime clássico, onde ele pega carona com o motoqueiro.

E é claro tem muitos outros elementos ali. Referências.

O filme basicamente adapta os arcos Guerra Galáctica e Cavaleiros Negros. Claro, de forma mais simples.

A parte que o Seiya está no rinque, é a Guerra Galáctica. E é aí que o “Santuário” tem conhecimento e passa a caçá-los.

E o arco dos Cavaleiros Negros, é evidente. São os soldados de armadura tecnológica.


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Vale lembrar que é de gosto. Preferir o jeito antigo ou o novo, mas não quer dizer que nenhum é ruim.

Por exemplo, essa parte dos Cavaleiros Negros, um dos debates sempre foi “como conseguiram abrir a urna das armaduras sendo que nunca houve Cavaleiro de Fênix, e se abrirem com intenções malignas vai aparecer um “monstro” (como explicado para Seiya)”

Então Cavaleiros Negros tecnológicos, apesar de uma mudança, pode significar a correção dessa parte.

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CDZ Mangá clássico foi bem corrido, isso porque tinha muita coisa a ser apresentada.

O Anime clássico deixou menos corrido, mostrando eles no dia-a-dia.

Assim como Lost Canvas inseriu camada a mais no personagem. Por exemplo, a conversa do Asmita e Tenma. onde Asmita pergunta sua motivação para ser cavaleiro e ele responde “para proteger o mundo”.

Logo em seguida Asmita retruca dizendo que qualquer um pode fazer um discurso manjado desse, e que isso é mentira.

É aí então que Tenma revela sua verdadeira motivação.


E o filme pegou bem essa base. Tornando eles mais humanos.

Se conhecendo, brigando, fazendo amizade, brincando, tendo dúvidas.

A Saori é uma humana que está despertando como deusa. É normal sentir dúvidas e medo.

O Seiya dúvida de si mesmo. Quando ele tem que se concentrar em quem ele quer salvar, sua irmã? Saori? Não, é ele mesmo.

Explicando sobre a lenda dos cavaleiros, deuses. Sendo algo inacreditável no início. Negando a si mesmo.

Sei que nas obras a Athena já lutou diversas vezes, venceu deuses, mas nunca vi uma explosão cósmica tão grande quanto essa.

Os efeitos visuais estão muito bons.

O filme se concentra em apresentar o universo dos cavaleiros e foca em Seiya e Saori. Por isso da pra apresentar muito bem os 3..

E o final é aquilo, gancho para continuação.

Ikki vai voltar e só aí saberemos suas motivações e raiva.

Agora que a batalha está prestes a começar é que vão começar a reunir os cavaleiros. Então os outros 3 bronze principais podem ser apresentados.


E é claro que existem alguns pontos que eu não gostei. Mas isso é porque sou das antigas, estou preso a certos conceitos.

Não ter sangue me incomodou. CDZ é sangrento, e ok, não precisa mais ser assim. Mas o mínimo. É cada pancada e não sai uma gota de sangue.

Não falarem o nome dos golpes. Nós conhecemos, mas devem levar em consideração quem ainda não conhece.

E muitas vezes não da pra saber com exatidão se o que estão lançando é uma técnica ou apenas um raio de cosmo.

E isso vale para o Cometa de Pégaso e Ave Fênix.

O Golpe Fantasma de Fênix, foi horrível, sua execução.

E a armadura de Pégaso eu prefiro a clássica. Apesar de ver elementos da Lenda do Santuário, onde armadura cobre o corpo todo e a parte do rosto abre e fecha, e também de providenciar “roupa” que é coisa do anime clássico e do Omega. Essa versão não gostei.