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quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Mussum: Um Filme do Cacildis

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CONTÉM SPOILERS

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Não é bem um filme, é um documentário.

Conta a vida do músico - ator. Com várias imagens, vídeos e depoimentos.

E nem é chato ou cansativo, é tudo com curiosidades e bom humor.

Se você gosta dos Trapalhões então tem grandes chances de gostar desse filme.

Filme - Venom: Tempo de Carnificina

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CONTÉM SPOILERS

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Ô filme bobo. Nem a China conseguiria fazer algo tão falsificado quanto esse.

O "Tempo de Carnificina" é tempo de amar. Sabe a Bruxa do 71 "amar, amar e amar..."

É essa baboseira aí.

Até desenho é classificação +16 e esse filme é +13. Pra mostrar como fazer um filme bobo foi de propósito.

Sim, de propósito. Eu me recuso a acreditar que existam incompetentes a esse nível.

Quem for assistir, liga o F#D@-S# e vai. Por que isso não é Venom e nem Carnificina.

Preferiram dar mais ênfase a piadas e situações bobas do que nos personagens em si.

Olha uma besteira, como exemplo: Simbionte é sensível ao som, ok. Daí o Eddie tem uma moto barulhenta. E o Venom vai numa balada com baita som alto e fala no microfone do lado da caixa de som.

Isso é insultar sua inteligência.

Vamos ao tempo de amor. O filme é assim: O Eddie ama a ex dele. A ex dele gosta do atual. O Cletus ama a Shriek. A Shriek ama o Cletus. O simbionte Venom ama o Eddie. E, pasmem, Cletus ama o Eddie (como amigo).

Sim, do nada o psicopata viu o Eddie e passou a gostar dele "quero ser seu miguxu".

"Eu amo, Seu Madruga ama, nós nos amamos" É essa besteira aí.

E aí novamente entram roteiristas fracos que não sabem trabalhar os personagens e nem resolver os problemas.

A Shriek está lá só por conveniência. Qual motivação dela? Passado? Ta lá só pro Cletus ter um amor. "Eu saí da cadeia vou encontrar meu amor porque aqui é um conto de fadas ui ui ui". Puta que o pariu...

Ela ta na história tão doida e psicopata quanto ele. Ele mata geral e ela não ta nem aí, daí do nada, de um minuto para o outro, ela muda de opinião.

Agora chega de matar isso ta errado. Sérião mesmo, foi do nada. Só para ter recurso Deus Ex-Machina e resolver aquilo que não sabiam resolver.

É um baita de um roteiro fraco.

Realmente a Sony sobre gibi é uma merda.

Série - O Legado de Júpiter

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CONTÉM SPOILERS

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Ai ai... o que falar... É um misto de alegria com decepção...

Gosto muito desse gibi. Ele foi criado para ser curto, isto é, possui começo, meio e fim.

É uma história que foge dos padrões Marvel e DC, foge do básico super herói bate em super vilão.

A história nos da pontos de vista diferentes, opostos, e bem defendidos. Nos faz pensar, debater, ponderar. Será que tal lado está certo? Meio certo? Qual é o certo?

A história é praticamente nós. Nós nos enxergamos aí. Herdamos um mundo dos nossos avós, depois dos nossos pais, depois serão nossos filhos.

E como mostra aí, a mudança da sociedade, a mudança das épocas. Conceitos mudam. Idéias mudam.

Nós podemos pegar pela idéia dos gibis: "ah o herói vai la prende o vilão aí ele foge, mata de novo, é preso de novo, foge de novo..."

Isso era o que vendia na época. Era o pensamento da época. Mas na atualidade muita gente já debateu do porque não matar logo o vilão e resolver isso.

Nos próprios gibis já foi debatido. Dentro do próprio gibi já questionaram que o Homem Aranha é culpado por não matar o Duende Verde, o Batman por não matar  Coringa...

Mas aí entra outra questão, quem tem super poder está acima dos outros cidadãos? Ou tem que agir iguais?

Eles tem poder para mudar muita coisa mas deveriam usar esse poder?

São estas e muitas outras questões filosóficas.

Há a discussão se os métodos antigos são os certos ou os métodos atuais? É tipo nossa sociedade.

Mostra a diferença de ficção e realismo no próprio universo dos supers. Antigamente a HQ era o herói vai luta vence e volta pra casa com a família e todos terminam rindo felizes para sempre.

Aqui não, aqui mostra que você pode ser o maior herói de todos mas isso não te faz um bom pai, ou um bom administrador, ou um bom economista, ou um bom médico...

Crescemos e as décadas mudam. Muitos de nós quebram o elo e mudam o pensamento. O que era estranho antes, agora é comum. O que era vergonha antigamente, agora é comum. Etc...

Mas assim como muitos mudam, muitos também se mantém na mesma linha de criação dos pais. No mesmo raciocínio. Sem mudar. Crendo que aquele jeito é o melhor.

É uma batalha de idéias. De legados.

E isso a HQ trabalha muito bem. O problema da série, pelo menos é o que eu acho ser o problema do cancelamento, é a enrolação.

Sério. Eu não vi motivo algum, alem deste, para ter um cancelamento. Os personagens e uniformes estavam ótimos.

Só que o gibi tem uns 10 arcos, e a primeira temporada foi até o arco 3. E não chegou a lugar nenhum. Enrolou demais.

O Legado de Júpiter é uma história conhecida por uma pequena parcela de leitores de gibi. Ou seja, nem todo mundo que curte gibi conhece essa HQ. Agora se quem ta no meio disso não conhece, imagina esse mundão afora?

A série fez parecer que era mais uma série igual a todo o resto, ou seja, tem um super vilão e os super heróis vão lutar contra ele e pronto.

Isso, em pleno 2021, que já estamos abarrotados de coisas de gibis, é só mais um. Só mais um no meio de tantos. E pior, é uma desconhecida no meio de muitas.

Não havia necessidade de tantos flash backs. Todo episódio era metade atualidade e metade flash back. Sempre picotando as duas histórias, atrapalhando as narrativas. Quando você começa a se empolgar pronto, corta para o passado depois corta para atualidade depois passado de novo, atualidade...

Eu, que gosto muito dessa história, fiquei cansado assistindo. Foi cansativo. E eu gosto. Agora imagina quem nem conhece. Então acho que foi isso o motivo do fracasso. Enrolação.

É uma pena.

Filme - Hércules, Sansão e Ulisses

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CONTÉM SPOILERS

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Filme dos anos 60. Nessas décadas eram comuns vários filmes bíblicos e mitológicos.

E é isso, você não pode assistir com olhar crítico e muito menos comparar com 2021.

Esses filmes são entretenimento descompromissado. Assistir por diversão.

Nessa época não tinha o que temos hoje o que significa que os atores tinham que ser musculosos e/ou parecer com quem vão interpretar.

Por isso muitos dos atores nem eram atores ou era atores fracos, sendo chamados justamente por sua aparência.

Nada como ver Hércules e Sansão saírem na porrada um contra o outro :)

Enfim, eu to acostumado a assistir filmes antigos assim e desse segmento, então eu gosto e eu gostei desse.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Análise - Filme: Injustiça

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CONTÉM SPOILERS

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Uma bosta.

Injustiça nos gibis tem vários arcos. A batalha dura em média 5 anos. E pegaram tudo isso, picotaram, mastigaram e jogaram aí.

Claro que Injustiça tem mortes e violência, mas o mais legal disso tudo é que a série te da duas visões para você debater.

E foi assim no começo desse filme. Começa com tons de cinza, isto é, você se questiona se o Super Homem está certo ou se o Batman está certo.

Mas depois joga tudo fora e de forma corrida ficam mudando o Super Homem do branco para o preto e do preto para o branco. Acabou tons de cinza. Toda aquela discussão, ideologias e debates acabou tudo. Claramente tem um vilão que precisa ser detido e pronto.

Nas HQs cada morte tem significado e molda os sobreviventes. É uma história, uma guerra, com baixas, dor, sofrimento, questionamentos, mudanças de opiniões. Aqui é nada. Aqui é igual a cabeça de quem fez esse filme, vazio.

Não desenvolvem os personagens. Colocam personagens só para preencher o quadro ou morrerem aleatoriamente e pronto.

Não souberam trabalhar. Deram uma saída fácil e rápida só para seguir o roteiro.

O Flash morre e ta beleza, ninguém comenta nada, não afeta ninguém. O Arqueiro Verde morre, bora lá.

Aí do nada colocam a Caçadora que tanto faz, o Gavião Negro que tanto faz. Aparecem só por aparecerem.

Vamos inventar desculpas esfarrapadas e tirar de cena Aquaman, Shazam, a Tropa dos Lanternas... Dane-se, não sabemos trabalhar com personagens então tira tudo.

A Mulher Maravilha parece aqueles diabinhos no ombro. Ora é um diabinho aconselhando, ora é um anjinho aconselhando.

Um dos personagens que preferiram dar ênfase foi a Alerquina e ela não serve pra nada na história. Nada. Só por causa da popularidade dela de filmes, de mostrar a bunda, etc. Só por causa disso, porque ela não serve pra nada. Sabem o que é uma batata? É o que a Alerquina é na história.

Toda a trama que a história carrega, de tons de cinza para nós. De pensar, de ponderar. Jogado fora. Todas as questões filosóficas e morais de heróis, vilões e pessoas comuns. Jogadas fora.

Lançam na mídia o vídeo do Super Homem matando diversos jovens e fica por isso mesmo. Não teve repercussão, protesto, nada. Simplesmente quiseram jogar isso no meio da história e pronto.

Até mesmo a animação que deveria ser ótima, por ser um desenho, deixa a desejar as vezes. A fortaleza da solidão parece uma geladeira, só tem gelo lá. Preguiça de desenhar? Até live actions que é mais difícil, fazem melhor.

Enfim, é uma bosta.

Foi uma injustiça o que fizeram com Injustiça.

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Chespirito - As muitas vilas...

No tópico "Universo Chespirito" eu expliquei que não há multiverso, que todas as obras podem estar conectadas no mesmo mundo.

Pois bem, ainda sim não existe multiverso, MAS caso alguém queira brincar e considerar isso um multiverso, fica a vontade.

Aqui eu vou falar apenas de casos sobre a vila, ou seja que imitam o estilo do programa.

Não vou falar de casos que alguém imitou em algum programa. Afinal em todas essas décadas é perfeitamente normal que diversos humoristas, programas de humor e desenhos tenham feito muito disso. E também uma simples imitação de um personagem não caracteriza paródia do programa.

Vale lembrar que a utilização da mesma fórmula tem diversos intuitos, podendo ser desde uma cópia descarada à homenagem ou paródia.

E é sobre isso que vou falar aqui, as diversas vilas baseadas no Chavito.


01 - Vila do Chaves

A primeira é claro é a vila do Chaves. Que apesar de sofrer mudanças com o passar do tempo ainda é a mesma.

Dispensa apresentações.


02 - Vila do SBT (2011)

Sim, o SBT reuniu seu elenco e fez 3 episódios especiais da série como homenagem. Utilizando seus próprios funcionários e fazendo piadas internas com eles.

Como diz aí claramente é uma paródia, uma homenagem. O objetivo é ser "bobo" assim mesmo.

Uma curiosidade para o multiverso é que na casa do Seu madruga há os retratos da Chiquinha e do Seu Madruga, originais.


03 - A Vila, do Paulo Gustavo (2017)

Um programa brasileiro, adaptado para nossa cultura e atualidade, mas ainda sim uma clara inspiração da vila do Chaves.

Nela nós temos:

Rique - Chaves

Violeta - Chiquinha

Os personagens filho mimado que mora coma mãe - Kiko e Dona Florinda

Uma mais safada - Dona Clotilde. Tá é outra época no seriado ela é a única que se atira em cima do Seu Madruga, Seu Madroga e Jaiminho.

O dono do lugar que cobra aluguel - Sr. Barriga

E sei lá mais o que.


04 - Miguelito (2000)

Pouca gente lembra e com razão. É um programa brasileiro, que passou na RedeTV por apenas cinco dias e é cópia descarada do Chaves. Eles próprios assumiram isso.

Toda a história e personagens são iguais.


05 - Vila Maluca (2004)

Também da RedeTV. Aprendendo com Miguelito ela passou a apostar nessa fórmula e ao invés de comprar o programa de outros a emissora passou a fazer a sua própria vila.

Baseado na vila do Chaves os personagens fariam piadas com o nosso cotidiano. Ficou no ar por uns 2 anos, pelo menos.

Uma curiosidade para quem quer brincar de multiverso. A tradução do BOX 6 do Chapolin fez uma brincadeira, ou crítica, com essa série.

Colocando na legenda do episódio "Mesmo que a Cela Seja de Ouro, não Deixa de ser Chato Ficar Preso (1974)" essa frase aqui:

"Carregar isso é pior do que assistir a Vila Maluca."


06 - Vila do Tiririca (1997)

Não é da RedeTv mas é do canal 9 mesma coisa. Sim aqui ainda era a Rede Manchete.

É a mesma fórmula do Chaves. Com personagens um pouco diferentes mas ainda sim vivendo com vizinhos e humor pastelão.


07 - Moleque (2016)

O diretor e criador do filme é fã do seriado Chaves. Para fazer isso ele se inspirou em episódios do mesmo e estudou bastante a obra de Bolanos, inclusive teorias malucas que lançam na net.

Como o próprio criador fala o programa não é uma adaptação, é uma homenagem. Já que o programa é mais voltado a realidade.

Os nomes dos personagens são trocados mas são baseados no original. Moleque (Chaves, é o significado em espanhol), Seu Madruga é o Soneca, Quico é o Fred (de Frederico), Chiquinha (Francisquinha) é a Fran, etc.

A obra foi aprovada até pelo filho do Roberto Gomez Bolanos.

Vale mencionar que também foi lançado HQ dessa série.


08 - Chaves – Um Tributo Musical (2019)

Mais uma homenagem ao seriado. Essa peça de teatro não é um episódio repetido e sim uma história inédita.

Reproduzindo o mais fiel possível o cenário da vila, a peça ainda conta com a curadoria do Grupo Chespirito e SBT.


09 - Vai que Cola (2013)

O programa existe até hoje. E não é bem do programa em si que quero falar.

Ta, ok, o programa lembra um pouco a fórmula Chaves. Diversas pessoas atrapalhadas moram numa pensão. Quem quiser considerar, considere.

Mas o episódio que quero citar é este aqui da sexta temporada "Tinha Que Ser o Chaves". Onde homenageiam o seriado Chaves, se vestindo dos personagens e com participação especial de Edgar Vivar (Sr. Barriga).


10 - Vila Militar

Uma paródia feita no programa "Tá no Ar". Parodiando o atual presidente como seria na vila do Chaves.

E de novo, para quem quer brincar de multiverso, aqui é citado o Vai que Cola, que falei acima.

Obs.: Sempre que se fala em política, ou religião, ou em diversos outros temas, é comum começar brigas mais rápido do que a velocidade da luz. Sempre terão os apoiadores e não apoiadores / os acusadores e os defensores / os que preferem assim e os que preferem de outro jeito. Enfim.

Então lembrando que o Grupo Chespirito emitiu uma nota oficial reprovando esse quadro. O grupo compactuando ou não é óbvio que não quer se envolver em polêmicas e nem em divisões de brigas. É um direito que o grupo e todos nós temos.

Por isso independente de quem gostar ou não, existe e fica a citação aí.


11 - Chaves Proibidão

Uma paródia feita pelo elenco do "Porta dos Fundos". Tem o humor sarcástico deles voltado para algo mais pesado. Por exemplo "quer entrar para tomar uma xícara de café" que fica entrar para transar...


12 - Comédia MTV (2012)

Mais uma paródia do Chaves. Não tem muito o que dizer porque é uma paródia.

O que mais se diferencia aqui é a conseqüência voltada para a realidade, de bater em criança, de abandono, etc. Mas tudo com humor.


13 - Black Madruga The Chaves Avenger (2013)

Uma paródia feita pelo programa "Hermes e Renato". Aqui o estilo é máfia e justiceiro. Com bastante tiros, vingança e mortes.


14 - Chaves Brasileiro (SNL) (2012)

O programa "Saturday Night Live", do Rafinha Bastos, fez alguns episódios de menos de 1 minuto parodiando Chaves e Chapolin.

Em questão aqui é mais voltado para a realidade, com tiros e mortes.


15 - Os Trapalhões (1992)


Não é bem a vila mas no quadro o Chaves sai da vila e vem morar com eles, trazendo até seu barril. Os demais personagens imitam os personagens da vila.

Então se Chaves saiu da sua vila para ir morar aí significa que existe uma vila.


16 - El Chico del Barril (2014)

Uma paródia feita pelo canal "enchufetv". A paródia mais diferente e mirabolante que fizeram.

Aqui é todo envolvido em mistério. "Chaves do 8" quando o número deitado se torna símbolo do infinito. Daí percebem que tem inscrições sobre ele desde as cavernas, passando pela Santa Ceia.

Dele ser uma pessoa misteriosa de nunca revelar seu nome, de passar fome morando no barril e não estar desnutrido.

E aí os moradores da vila são agentes que vão se encontrando e vão em busca dele. Cheio de violência e teor picante, remetendo a filmes para adultos, bem nesse estilo de mistério e investigação.

E ainda como peça arqueológica misteriosa descobrem a Marreta Biônica, do Chapolin.


17 - Chaves e Chapolin, filmes

O canal brasileiro do Youtube "nomegusta", da Gustafilm, produziu dois trailers. Ficou bem feito e seria legal um filme assim.

No filme do Chapolin conta a origem e passa aprender seus poderes e combater vilões. No Chaves também é uma origem da chegada dele na vila, conhecendo os moradores de lá e invadindo a casa da bruxa do 71.


Bom, que eu conheça e lembre são essas :) 


terça-feira, 26 de outubro de 2021

Análise - Filme: Gundala

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CONTÉM SPOILERS

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Se você gosta do gênero super herói / HQ, este filme é pra você.

Se você gosta do gênero super herói / HQ, e quer sair um pouco da Marvel e DC, este filme é pra você.

Com a Marvel dando o pontapé inicial em 2008 e a partir daí o gênero HQ crescer e saturar em live actions, todos aprenderam que isso é rentável e querem arriscar.

No decorrer de 2008 até agora nós já tivemos diversas tentativas de outras editoras e outros estilos, além de Marvel e DC, e agora nós temos uma franquia da Indonésia.

É um país distante, pouco conhecido e comentado. Outra cultura e outro estilo, mas nós ainda temos alguns clichês, bons personagens e um bom universo compartilhado.

Vale lembrar que não é uma mega produção. Por exemplo em filmes Marvel e DC gastam uns 2 milhões só no uniforme do principal, aqui 2 milhões foi o filme todo.

Então não tem maravilhosas cenas de luta e nem milhares de efeitos especiais, mas como diz no Chaves "agrada a quem olhar".

Vale lembrar também que é um filme de origem e por isso tem muito mais história do que ação. E também é um filme para começar a apresentar todo esse universo.

O personagem principal ainda está se descobrindo. Tem aquilo de perder os pais, o pai deixar uma lição de moral, ele tentar viver a vida mas não conseguir ignorar a injustiça. Corrupção, crítica social, etc.

Tanto que o filme termina ele e nem sabe seu próprio nome ainda, ele nem sabe sua origem ou o que ele é. Outros heróis e inimigos sabem sobre ele mas ele ainda não. Uma guerra vem por aí.

É um filme que com um orçamento baixo teve boas críticas pelos lugares e conseguiu vários prêmios. Também é o primeiro de uma grande franquia de HQs da Indonésia.

Gostei muito, e torço pela continuação.