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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Série - Demolidor: Renascido

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CONTÉM SPOILERS

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"Uma série sem identidade!" Calma, está entre aspas porque vou explicar.

A Marvel resolveu incorporar o universo Netflix portanto essa série é uma quarta temporada do Demolidor, mesmo que tentem negar.

Eles não sabem para que lado irem, e tentam os dois lados. Há momentos que a série puxa para o lado Netflix, mas há momentos que a série puxa para o lado Marvel Disney e isso bagunça a narrativa.

Há diversos personagens mal aproveitados. Tigre Branco. Mercenário. Karen. Entre outros.

O Mercenário você nem lembra que existe, só vai lembrar novamente no fim.

O Justiceiro, pelo amor heim, ele sendo capturado no final daquela maneira? Parecia um brigão de rua, amador, daquele jeito.

A história em si se passa em Nova York e é uma guerra contra os vigilantes. Outro ponto falho, porque se é isso onde estão os demais vigilantes como Homem Aranha, Luka Cage, entre outros?

E no final, que o Demolidor diz para formar um exército contra o Rei do Crime, composto por meia dúzia de pessoas. Entre jornalista, barman, dois policiais...

Esse exército, e essa caça aos vigilantes, cade eles se unindo? Menção a eles, pelo menos, já que o Demolidor apareceu na série da Mulher Hulk, Ecco, entre outras.

A série em si é aquilo de querer viver normal (como pessoa comum e confiar no sistema), entre vestir o uniforme novamente. Essa evolução ok, foi evolução mesmo, dele entender que o sistema é corrupto, de que o sistema nem sempre é justo ou resolve tudo.

A série em si também trata de máscaras. Os dois principais (Demolidor e Rei do Crime) "usam" máscaras para a sociedade.

Fisk usa a máscara de bom cidadão e prefeito preocupado, quando na realidade é criminoso, cruel e tem outros planos.

O Demolidor usa a máscara de homem comum, cego, advogado. Quando seu alter ego clama por ser libertado e é quando ele veste o uniforme que ele se sente livre novamente, inteiro.

Então basicamente o tema central da série foram máscaras. Ambos usando máscaras, escondendo quem realmente são e a caça aos vigilantes.

Talvez seja por isso que a série seja "sem identidade" porque da mesma forma que o tema central ela pode estar usando uma máscara que as vezes a tira, por isso essa mudança em estilos de episódios sendo as vezes Netflix e as vezes Disney.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Filme - Godzilla - Tokyo S.O.S. (2003)

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CONTÉM SPOILERS

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Continuação direta do filme anterior, aqui sim temos algumas mensagens e resoluções.

Aqui leva em consideração filmes anteriores do Godzilla e filmes Spin-off, claro, na medida que desejam.

Os atores do filme Mothra estão de volta, com o passar da idade já é avô. As fadas aparecem dizendo para devolverem a ossada do Godzilla ao mar.

E a trama se desenrola assim, Godzilla reaparece, Mothra luta contra eles, terminam o conserto do Kiryu para lutar também.

As aparições dos kaijus são boas, as lutas são boas, e a mensagem central é boa também.

O homem não deve brincar de Deus. Primeiro que não pode pensar em criar coisas que destroem tudo, segundo que os mortos devem ficar no seu descanso eterno.

O problema do filme são elementos inseridos e depois pouco trabalhados. Essa mensagem de que devolvam os ossos do Godzilla senão Mothra declarará guerra. Mothra não fez nada, inclusive ajudou eles contra Godzilla.

E aí em contra partida os humanos simplesmente perceberam que o que eles fizeram foi errado e decidiram devolver a ossada. Não houve nada para motivar os chefes de estado para fazerem isso.

E os novos atores, desnecessários. Por ser uma continuação direta e passando em um curto espaço de tempo, os atores do filme anterior iriam suprir bem, até porque no filme anterior eles foram desenvolvidos. Eles aparecem apenas poucas vezes. Já os atores novos, mal foram desenvolvidos.

domingo, 11 de janeiro de 2026

Filme - Godzilla Contra Mechagodzilla (2002)

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CONTÉM SPOILERS

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"Outra vez café?" Digo, digo, outra vez contra Mechagodzilla?

Sim sim, pela quarta vez. mas aqui é um pouco diferente, a criação dele é diferente e interessante.

Seguindo a linha de raciocínio da Era Millenium esse é mais um filme que descarta os anteriores. Só que aqui começaram a pensar diferente e começou a ter uma continuação.

Esse filme se baseia bastante no primeiro de 1954, mas também mantém sua cronologia de eras, de maneira sutil.

Esse Mecha é chamado de Kiryu, provavelmente para distinguir de suas versões passadas, já que é um reboot. Ele é criado a partir dos ossos do primeiro Godzilla. utilizaram as células do sistema nervoso para criar um sistema mais eficiente, só que houve um problema, quando o Mecha ouviu o rugido do atual Godzilla, ele se descontrolou e os sistemas pararam de responder, agindo assim igual ao primeiro Godzilla, destruindo tudo.

Um conceito interessante, onde poderia mostrar a força de vontade do Godzilla ou até então um paralelo e uma mensagem sobre vida e morte, sobre tentar controlar isso. Mas isso foi apenas dessa vez e logo corrigiram. Provavelmente um assunto forçado para inserir a trama humana.

E a trama humana ok, é boa. Uma oficial solitária, que ainda carrega a culpa de diversas mortes dos seu batalhão, por um erro seu, encontra uma menina que perdeu a mãe e uma acaba se encontrando na outra. Essa oficial também passa a tratar Kiryu como se fosse amigo, após ele ter se rebelado.

O filme em si não tem muito o que falar sobre mensagem. Por ele ser o primeiro da continuação, muita coisa será abordada no próximo.

Mas ele cumpre o papel, é um filme bem legal.

Filme - Godzilla (O Ataque dos Monstros Gigantes (2001))

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CONTÉM SPOILERS

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Essa Era Millenium está louca. Mudam algumas coisas, descartam outras, retomam outras, algumas coisas não fazem sentido...

É o terceiro filme dessa era e conseqüentemente o terceiro reboot. Ou seja esse filme ignora tudo o que aconteceu nos filmes anteriores, menos o primeiro de 1954. Aqui Godzilla  é tratado como vilão, como uma força destrutiva e precisa ser combatido e detido.

A diferença desse filme para os anteriores dessa era é que ele é mais pé no chão. Tendo influência da Era Showa não tem tecnologias impossíveis e nem outras dimensões, viagem no tempo, nada. O que tem é o exército combatendo.

Ainda sim é um bom filme. Diferente de muitos outros da franquia temos quatro Kaijus aqui. E a aparição de cada um deles foi muito bem feita, assim como cada luta individual contra Godzilla.

O filme trás umas narrativas interessantes, até pode variar de opinião de pessoa para pessoa. Godzilla desperta depois de tanto tempo para relembrar o país e o mundo do desastre.

Está tudo em paz, conseqüentemente muitos começaram a se esquecer do que aconteceu antes, dos desastres, mortes e etc. E basicamente isso não pode acontecer.

Afinal é óbvio, se é esquecido é fadado a repetir. E Godzilla chega com tudo para deixar a mensagem clara. Aqui vemos ele bem vilão mesmo, destruindo tudo, matando centenas de pessoas.

E qual a solução? Uma profecia de que há três monstros guardiões que lutariam contra Godzilla e venceriam. Foram sendo libertados e apareceram um a um.

O núcleo humano fica em segundo plano, sendo o núcleo Kaiju o ponto principal. Aqui nós temos os humanos temendo e querendo o fim de um monstro, mas ao mesmo tempo torcendo pelo despertar de outros três monstros.

Podemos até pensar que conforme filmes anteriores os inventos podem ser usados tanto para o bem, quanto para o mal. Para o salvamento ou para destruição.

O filme todo tem um ar de urgência e você sente a soberania do Godzilla, o filme te passa todas essas sensações.

O que não gostei aqui foi King Ghidorah. Sempre foi um vilão, um monstro espacial que era preciso união dos monstros terrestres para vencê-lo, e aqui é um monstro do bem e bem mais enfraquecido.

Mortal Kombat - História

Bem, como o título diz aqui falarei da história do Mortal Kombat até o momento, levando em consideração apenas os jogos e a parte canônica.

Com reboots e retcons nos jogos é comum que história de personagens e outras mídias (HQs, filmes e séries) fiquem "erradas" afinal são lançamentos da época. Por conta disso irei considerar apenas a franquia de jogos e falarei de forma breve, mas sem deixar nada importante de fora.

Ah, falarei da história em si e não de cada personagem. Suas motivações e tal é em outro momento. Após este tópico falarei de cada personagem do jogo, porém falarei apenas daqueles que já apareceram em live action (filmes e série).


HISTÓRIA

No início o universo era habitado apenas por alguns seres imortais, os deuses Ancestrais, os Titãs e O Ser.

O Ser roubava os poderes dos deuses Ancentrais, enfraquecendo-os e matando-os. E em algum momento os deuses Ancestrais se uniram com os Titãs e derrotaram O Ser.

A essência do O Ser foi dividida em seis relíquias místicas, chamadas Kamidogus. E a partir de cada uma delas foi criada um reino. Earthrealm (Plano Terreno (Terra)), Netherrealm (Submundo), Outworld (Exoterra), Orderrealm (Reino da Ordem), Chaosrealm (Reino Caótico) e Edenia.

Outworld (Exoterra), é liderada por Shao Kahn, o conquistador, que tenta dominar os outros reinos e fundi-los a Exoterra. Para impedir isso, ou pelo menos atrasar, os deuses Ancestrais criaram um torneio chamado MORTAL KOMBAT, que deixaria a situação um pouco mais equilibrada.

Esse torneio aconteceria apenas uma vez e cada geração e os reinos envolvidos enviariam seus melhores guerreiros para representá-los. Segundo as regras, assim que o torneio for declarado ele não poderia mais ser recusado por nenhuma das partes. E o reino que ganhasse dez edições seguidas ganharia o direito de fundir o reino do perdedor com o seu.

Desse modo a Exoterra venceu o reino de Edenia dez vezes e o fundiu consigo. Shao Kahn então matou o rei Jarred e tomou sua esposa Sindel e sua filha Kitana, como se fosse sua própria família (citei essa parte aqui porque é importante para história, mas com retcons isso muda um pouco).

O próximo alvo de Shao Kahn foi o Plano Terreno e para isso enviou seu feiticeiro Shang Tsung. Foram nove vitórias seguidas da Exoterra, sendo que no décimo Shang Tsung é vencido pelo Grande Kung Lao. (Obs.: não é o Kung Lao do jogo que conhecemos, esse é um antecedente do Kung Lao atual.)

Acontece que o Grande Kung Lao foi misericordioso e poupou a vida de Shang Tsung. E o que acontece quando se poupa a vida do inimigo? Isso mesmo, ele retorna para aporrinhar, e foi o que aconteceu. Shang Tsung voltou no próximo torneio dessa vez acompanhando de Goro, o príncipe dos Shokans.

Goro derrotou o Grande Kung Lao e sua alma foi sugada por Shang Tsung. E assim permaneceu com Goro vencendo nove edições seguidas do torneio.

Esse próximo torneio era crucial e decidira o destino do Plano Terreno, portanto caberia a Rayden, deus do trovão e protetor da Terra, impedir isso. E para isso ele abre mão de sua divindade para poder participar do torneio e traz consigo seu pupilo, o monge shaolin Liu Kang, descendente do Grande Kung Lao. E os demais participantes tem seus próprios motivos particulares para estarem no torneio.

Em todo caso foi Liu Kang quem derrotou Goro e posteriormente derrotou Shang Tsung, ganhando o Mortal Kombat e impedindo a invasão e absorção da Exoterra.

E como é clichê do lado mal, aquele que falha é punido. Shang Tsung estava enfrentando as conseqüências de sua derrota enquanto tentava convencer Shao Kahn a dar-lhe uma nova chance. Seu plano era atrair seus inimigos da Terra, para a Exoterra, com a convocação de um novo Mortal Kombat.

Um pretexto, para Shao Kahn poder derrotar pessoalmente todos seus inimigos. Afinal se a Terra aceitasse, era lei dos deuses Ancestrais: após Mortal Kombat declarado ele não pode ser parado, lembram?

Shao Kahn concorda, é claro. E ainda por cima acaba restaurando a juventude de Shang Tsung e o escala para lutar novamente, junto com outros participantes. E do lado da Terra, que acabou aceitando, Rayden convoca seus lutadores sendo que entre eles estão novamente Liu Kang e Kung Lao, também descendente do Grande Kung Lao.

Liu Kang foi lá e venceu o torneio novamente, derrotando Shao Kahn. Porém esse torneio era só uma distração, o objetivo de Shao Kahn era ressuscitar Sindel no Plano Terreno, tendo assim a liberdade de atravessar portais dimensionais para reivindicar sua esposa.

Plano posto em ação. Sindel ressuscitada. Liu Kang e Kung Lao treinando uma nova geração de guerreiros. Shao Kahn roubando as almas de toda população. Os poucos sobreviventes são perseguidos por um esquadrão de extermínio da Exoterra, liderados por Motaro. Liu Kang se torna o alvo principal, afinal ele é o vencedor dos torneios.

Novamente Shao Kahn é derrotado pelos guerreiros da Terra e as almas das pessoas retornam, e de quebra Edenia é restaurada.

Como não tem mais Shao Kahn há um desequilíbrio nas forças, um cargo a ser ocupado, e um antigo inimigo de Rayden surge, Shinnok, um deus Ancestral caído que foi banido para o Submundo.

Depois de passar milênios aprisionado ele consegue escapar com a ajuda de Quan Chi e de um amuleto mágico. Querendo vingança contra Rayden e outros deuses ancestrais que o colocaram no exílio.

Shinnok lança um ataque contra o palácio dos deuses Ancestrais e mata vários deuses guardiões que protegiam o local. Apenas Fujin, deus do vento e irmão mais novo de Rayden, sobrevive.

Fujin cai na Terra e acaba se unindo a Rayden e outros guerreiros, passando a protegê-la. Enquanto isso Tanya, uma Edeniana traidora, se alia a Shinnok e conseguem conquistar Edenia. Em toda essa luta Scorpion descobre a verdade e prende Quan Chi. Liu Kang derrota Shinnok e o aprisiona novamente.

Rayden ganha o cargo de deus Ancestral enquanto Fugin fica no lugar de Rayden, sendo o novo protetor do Plano Terreno.

Essa paz não dura muito, para variar, né?! Quan Chi, usando o amuleto de Shinnok, consegue escapar do Submundo através de um portal, indo parar na Exoterra, e descobre o exército adormecido de soldados invencíveis do Rei Dragão Onaga, antigo imperador da Exoterra.

Para o plano dar certo Quan Chi se une a Shang Tsung e juntos matam Shao Kahn e Liu Kang. Feito isso Quan Chi oferece um portal a Shang Tsung repleto de alma, para ele se manter sempre jovem, em troca ele utiliza algumas dessas almas para reanimar o exército.

Rayden vendo tudo isso pede ajuda aos outros deuses, mas não interferem. Sendo assim Rayden abdica do seu cargo, volta a terra e reúne seus guerreiros mais uma vez para irem até a Exoterra.

Só que dessa vez é diferente, da errado, seus guerreiros são vencidos e mortos. Restando apenas Rayden, ele enfrenta a dupla de feiticeiros sozinho, mas também é vencido.

Só que aí vem mais clichê né, os dois feiticeiros passam a discutir entre si e terminam a aliança, caindo na porrada.

Nisso surge Onaga. Os dois feiticeiros cessam a luta e se unem para lutar. Rayden levanta e se une a eles, sendo assim o trio contra Onaga. Sem sucesso...

Rayden acaba se explodindo e explodindo o local. Se sacrificando na esperança de levar Onaga consigo, mas foi um sacrifício em vão. Onaga acaba sofrendo pouco dano, tem seu exército e o amuleto.

Mas espera aí, do nada Onaga surgiu no meio da história e pronto? Não, não.

Acontece que até o momento que acontecia tudo isso citado acima Onaga estava disfarçado e enganando o lutador Shujinko para que ele reunisse todas as Kamidogus. O plano era unir as seis Kamidogus e junto com ao amuleto de Shinnok unir todos os reinos e trazer O Ser de volta a vida, ganhando poder ilimitado no processo.

Nesse processo Shujinko foge e em arrependimento se une aos poucos lutadores da Terra que sobraram. Rayden ressuscita, mas diferente, agora ele está corrompido. Toma decisões questionáveis como ressuscitar o corpo de Liu Kang, tornando-o zumbi. Já a alma de Liu Kang se une a Ermac, o ninja controlador de almas. E assim consegue libertar e ressuscitar as almas de seus amigos mortos, que estavam sob controle de Onaga.

Shujinko, absorvendo os poderes de quase todos os lutadores, consegue destruir as Kamidogus e derrotar Onaga. Tudo na santa paz do universo, só alegria. Só que não...

Como podem ver além do Mortal Kombat há muitas outras coisas acontecendo. Então tem lutadores demais e lutas demais acontecendo, e isso está ameaçando o tecido da realidade. E para evitar isso os deuses Ancestrais fazem surgir uma pirâmide, onde no seu topo há um guerreiro de fogo chamado Blaze.

Blaze desafia todos os lutadores para a batalha. A recompensa de quem vencer é que se tornará um deus Ancestral.

Praticamente todo mundo morre tentando subi-la, menos Shao Kahn e Rayden. Os dois lutam entre si e Shao Kahn vence, chegando ao topo. E antes de Shao Kahn, com sseus novos poderes, matar Rayden, o deus do trovão, através de seu talismã, envia uma mensagem para si mesmo no passado, dizendo: "ele deve vencer".

Rayden do passado não entende bem, ele acha que Liu Kang deve vencer, mesmo alguns eventos ocorrendo de forma diferente. Mesmo assim seu talismã continua rachando.

Nessa história agora Rayden busca ajuda dos deuses Ancestrais, que mais uma vez se recusam a intervir. Shao Kahn mata Shang Tsung e da os poderes dele para Sindel. Ela vai atrás dos lutadores de Rayden e mata quase todos.

As almas dos guerreiros mortos acabam sendo escravizadas por Quan Chi e Liu Kang vendo isso perde a fé em Rayden. É nesse ponto que Rayden entende a mensagem, se referindo a Shao Kahn, ele deve vencer.

Shao Kahn deve vencer e invadir a Terra. Desse modo ele terá quebrado a regra do Mortal Kombat e os deuses irão intervir. Só que Liu Kang não entende e não aceita e resolve lutar contra Rayden. No calor da batalha Rayden tenta impedir Liu Kang mas acaba usando poder demais e o mata por acidente.

E ai tudo acaba dando certo. Sem resistência Shao Kahn invade a terra. Os deuses Ancestrais vendo isso dão temporariamente poderes supremos a Rayden para enfrentar Shao Khan.

Kahn é derrotado de vez e Rayden junto de Cage e Sonya vai sepultar seus guerreiros. Só que ao mesmo tempo que tudo acontece é por causa de um plano de Shinnok e Quan Chi, afim de enfraquecer as defesas da Terra e da Exoterra.

O plano da certo e por dois anos Shinnok invade a Terra com criaturas. A Terra monta sua resistência com Johnny, Sonya, e mais alguns.

Essa invasão é por causa que Shinnok quer corromper a Fonte de Vida da Terra. Só que Shinnok é vencido por Johnny Cage e aprisionado no medalhão por Rayden.

Vinte anos se passam desde então. Surge Cassie, filha de Johnny e Sonia. Cassie lidera uma equipe com outros guerreiros e vão até a Exoterra em busca do amuleto de Shinnok, que está com Mileena, herdeira de Shao Kahn.

Só que é Outworld né, o que seria de lá sem traidores? Kotal Kahn trai Mileena e se torna o novo imperador da Exoterra.

Shinnok é libertado novamente e retoma seu plano de ir atrás da Fonte da Vida da Terra. Dessa vez consegue seu objetivo e ganha novos poderes, mas é impedido por Cassie e os demais.

Rayden purifica a Fonte só que no processo acaba se corrompendo, se tornando novamente aquela versão sombria.

Nessa forma Rayden vai até o Submundo e lá estão Kitana e Liu Kang governando o reino, afinal eles eram almas escravizadas de Quan Chi, mas ele acabou morrendo. Rayden os ameaça, mostrando a cabeça de Shinnok perante eles e diz que se tentarem invadir o reino da terra as conseqüências serão graves.

Rayden está sombrio e torturando Shinnok. Isso chama a atenção de Crônica a titã guardiã do tempo e mãe de Shinnok. Ela acredita que Rayden está interferindo no equilíbrio do tempo e da história.

Dois anos depois disso Rayden vai até a família Cage e fala sobre uma possível invasão do Submundo, sendo assim as forças especiais se antecipam e invadem o Submundo. Nisso Crônica aparece diante dos espectros de Liu Kang e Kitana  e propõe uma aliança.

Crônica cria uma anomalia no tempo onde faz essa versão sombria do Rayden desaparecer e faz passado e presente se colidirem, os guerreiros encontram suas versões mais jovens. E até mesmo guerreiros mortos ressuscitam.

O grupo de Shao Kahn se alia a Crônica, enquanto que Rayden vai reportar aos deuses Ancestrais. Os deuses já sabem, mas não podem intervir porque estão ficando fracos, mas avisam que a chave é a Ampulheta de Crônica, para re-estabelecer o fluxo temporal.

Esse Raydem, sob influencia do medalhão de Shinnok, também se corrompe e luta novamente contra Liu Kang. Só que no decorrer da luta Rayden percebe que essa luta já aconteceu em outras linhas do tempo e entende que esse é o plano de Crônica, colocar uns contra os outros, já que os dois juntos são uma ameaça para ela.

Nisso os exércitos da Terra e de Edenia se unem e atacam o palácio de Crônica. Rayden consegue fundir o espectro do Liu Kang com seu corpo jovem criando assim o deus do Fogo e do Trovão Liu Kang.

Quando chegam a Ampulheta o tempo já está retrocedendo, sendo que o único imune ao efeito é Liu Kang, por ser um deus. Ele vence Crônica.

Rayden, como um mortal, aparece diante do deus Liu Kang e diz que ele é o novo protetor da Terra, mas que ele vai aconselhá-lo.

Quando Liu, com a Ampulheta, começa a restaurar o tempo, de um portal surgem Fujin, Shang Tsung e Nightwolf. Dizendo que estavam presos porque se negaram a ajudar Crônica.

Shang explica que manipular a Ampulheta sem a coroa de Crônica vai destruir o artefato e o próprio tempo. Sendo assim Shang convence Liu a mandar o trio de volta ao passado, dois dias antes. Ressuscitam Sindel e Shao Kahn e juntos conseguem a coroa de Crônica.

Aquele clichê, Shang Tsung trai Fujin e pega a coroa para si, se torna praticamente invencível e começa a sugar a alma dos seus companheiros e adversários. Inclusive vencendo Crônica.

Nisso Liu Kang divino aparece já sabendo de tudo. Ele já havia visto isso na Ampulheta e sabia que apenas Shang Tsung seria capaz de manipular a coroa para vencer Crônica, por isso deixou.

E nós temos novamente um paralelo, para verem até onde tudo chegou. No mortal 1, primeiro jogo, era entre Liu e Shang, o destino de todos. Aqui mesma coisa, Liu e Shang, o destino de todos, só que agora ambos com muito mais poder.

Liu e Shang lutam entre si, Liu vence, pega a coroa. Shang desaparece como poeira. Liu se torna o novo guardião do tempo com a coroa e cria uma nova linha do tempo.

E nessa linha do tempo ele chega até um ferreiro que é ninguém mais, ninguém menos que o Grande Kung Lao. E Liu promete treiná-lo para ser o campeão.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Chousoku Parahero Gand-D (Paraherói Superveloz Gand-D)

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CONTÉM SPOILERS

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Um tokusatsu curto, de apenas três episódios. Claro que nada foi resolvido, deixando tudo em aberto para uma continuação.

A primeira vista parece interessante. A idéia é de um herói deficiente físico. bem diferente do que estamos acostumados a ver.

E tinha tudo para dar certo, mas ô negocinho ruim.

O personagem principal fica na cadeira de rodas após um acidente, onde sua mãe faleceu. Ele e o pai levam um tempo mas se recuperam.

E eu pensei que a série iria ter tudo aquilo de fantasia que é usar armadura, lutar contra monstros, etc. Mas é maçante demais. Chato demais. Cansativo demais.

Foram praticamente os três episódios só conversa. Da pra contar nos dedos os minutos de ação. E o herói não tem poder nenhum praticamente, nada de ataque.

Aquelas coisas forçadas demais também estragam. Por exemplo, a família dele modifica um foguete para virar um míssil, faz isso em poucas horas e dispara da garagem de casa. A treinadora dele bate de frente com o monstro gigante, de caminhão, e nada acontece ao veículo e nem ela, sendo que ele estava andando pela cidade destruindo os carros e prédios.

Tem tanta conversa e ainda sim não se sabe qual o objetivo da vilã...

Era uma boa série para mostrar inclusão, mostrar que apesar da deficiência pode ir lá e fazer, conseguir. Todos podem. Só que isso é uma tema para ser introduzido, se é tokusatsu então o principal tema é tokusatsu.

Se eu quisesse ver só isso de superação e conversas eu assistiria um documentário. Aliás só mostrou que ele superou e tem um sonho, mas não mostrou as dificuldades, o preconceito, nada. Foi tudo muito simples. Tema jogado ao ar.

Está no ranking de uma das coisas mais chatas que já vi, e olha que vejo cada tranqueira...

sábado, 29 de novembro de 2025

Filme - Quebrando Regras 1

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CONTÉM SPOILERS

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Vamos lá, é um filme clichê. Tem aquilo do principal não querer lutar, apanhar do valentão, a namorada do valentão em instantes parar de gostar dele e gostar do principal...

Mas isso não torna o filme ruim. Mesmo você sabendo o que vai acontecer, você quer ver, isso porque “o meio” abre narrativas, motivações e vamos vendo as camadas dos personagens.

Temos um jovem cheio de raiva por um erro que cometeu. Ele não se perdoa.

Temos também um mestre ensinando que lutar é errado, enquanto o aluno ensina que lutar as vezes é o certo.

Temos dois conflitos aqui: fazer algo ou não fazer nada. Enfrentar ou ignorar. Resolver ou aguentar. Enfim, entenderam.

O filme mostra que lutar nem sempre é ruim, na verdade as vezes é necessário. Tem uma HQ dos X-Men que o aluno Míssil da uma lição no Professor X, tem essa mesma dinâmica.

O filme também nos mostra que temos sentimentos, e é normal sentir culpa, raiva, alegria, etc. Só não podemos deixar isso nos controlar. Precisamos canalizar e achar um direcionamento.

O filme é de arte marcial e mostra que tal prática pode ajudar nisso. E é verdade, pois você treina corpo e mente. Mas não precisa ser só isso, pode ser uma atividade física, um hobby como alguma arte, algum passeio, cozinhar, enfim, diversos. Desde que sirva para você se controlar, canalizar. Foi o que ocorreu com a família dele quando começaram a quebrar os pratos.

Também nos mostra o ditado “se quer paz guerreie”, óbvio que não é ao pé da letra de ir para uma guerra com bombas e tal, mas sim de enfrentar seu problema. Se você ficar inerte, tentando ignorá-lo, ele irá te perseguir, porém se você o enfrenta-lo, mesmo que seja difícil, resolve.

Mostra também que até quem é mestre comete erros. Que até o mestre sempre tem algo a aprender. E que até o mestre precisa ouvir, ao invés de só falar.

O filme em si tem muita mensagem boa.

Além dessas aí acima também podemos dizer que ele mostra que devemos achar nosso lugar. Um lugar que nos sentimos bem, em paz.

E que essa jornada pode ser árdua, mas não devemos desistir. Os frutos vem com o tempo, dedicação e esforço.