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domingo, 11 de janeiro de 2026

Filme - Godzilla (O Ataque dos Monstros Gigantes (2001))

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CONTÉM SPOILERS

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Essa Era Millenium está louca. Mudam algumas coisas, descartam outras, retomam outras, algumas coisas não fazem sentido...

É o terceiro filme dessa era e conseqüentemente o terceiro reboot. Ou seja esse filme ignora tudo o que aconteceu nos filmes anteriores, menos o primeiro de 1954. Aqui Godzilla  é tratado como vilão, como uma força destrutiva e precisa ser combatido e detido.

A diferença desse filme para os anteriores dessa era é que ele é mais pé no chão. Tendo influência da Era Showa não tem tecnologias impossíveis e nem outras dimensões, viagem no tempo, nada. O que tem é o exército combatendo.

Ainda sim é um bom filme. Diferente de muitos outros da franquia temos quatro Kaijus aqui. E a aparição de cada um deles foi muito bem feita, assim como cada luta individual contra Godzilla.

O filme trás umas narrativas interessantes, até pode variar de opinião de pessoa para pessoa. Godzilla desperta depois de tanto tempo para relembrar o país e o mundo do desastre.

Está tudo em paz, conseqüentemente muitos começaram a se esquecer do que aconteceu antes, dos desastres, mortes e etc. E basicamente isso não pode acontecer.

Afinal é óbvio, se é esquecido é fadado a repetir. E Godzilla chega com tudo para deixar a mensagem clara. Aqui vemos ele bem vilão mesmo, destruindo tudo, matando centenas de pessoas.

E qual a solução? Uma profecia de que há três monstros guardiões que lutariam contra Godzilla e venceriam. Foram sendo libertados e apareceram um a um.

O núcleo humano fica em segundo plano, sendo o núcleo Kaiju o ponto principal. Aqui nós temos os humanos temendo e querendo o fim de um monstro, mas ao mesmo tempo torcendo pelo despertar de outros três monstros.

Podemos até pensar que conforme filmes anteriores os inventos podem ser usados tanto para o bem, quanto para o mal. Para o salvamento ou para destruição.

O filme todo tem um ar de urgência e você sente a soberania do Godzilla, o filme te passa todas essas sensações.

O que não gostei aqui foi King Ghidorah. Sempre foi um vilão, um monstro espacial que era preciso união dos monstros terrestres para vencê-lo, e aqui é um monstro do bem e bem mais enfraquecido.

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